26/05/2012 atualizado às 16:37
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Em busca da simetria na zona euro

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 5 de maio de 2012

Paul De Grauwe - Em busca da simetria na zona euro
Paul De Grauwe - Em busca da simetria na zona euro

A flexibilidade pode causar danos

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sexta feira, 6 de abril de 2012


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Devemos ter medo da China?

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 10 de março de 2012


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Portugal à mercê dos bancos

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 4 de fevereiro de 2012

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Austeridade a mais na zona euro

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 14 de janeiro de 2012

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Porque o BCE não quer ser financiador de último recurso?

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 3 de dezembro de 2011

A crise da dívida soberana anda a passo de caracol. O BCE só agirá quando o custo da inação for imediato e claro. Vai esperar até que a crise da dívida soberana degenere numa crise bancária em larga escala.

O Banco Central Europeu (BCE) tem sofrido pressões crescentes para agir como financiador de último recurso, ou seja, para comprar títulos de dívida soberana nos mercados secundários. Até ao momento tem resistido a esta pressão. Porque se recusa o BCE a desempenhar o seu papel de credor de último recurso nos mercados da dívida soberana da zona euro? Apresento uma explicação possível que tem o mérito de se basear no comportamento racional. Outras explicações muito populares assentam na crença de que as pessoas que decidem sobre esta questão estão presas ao pensamento dogmático que as impede de verem a necessidade de agir.


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Quem salva o euro?

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 5 de novembro de 2011

Não há forma mais pateta de implementar um programa de compra de dívida do que a do Banco Central Europeu. Qual é o resultado final provável de um tal programa? Adivinhou. A derrota às mãos dos mercados.

Imaginemos um exército que parte para a guerra. Tem um poder de fogo tremendo. Os seus generais, no entanto, anunciam que na verdade odeiam aquilo tudo e que limitarão ao máximo os tiros disparados. Alguns deles estão tão incomodados com a perspetiva de entrarem em guerra que até se demitem do exército. Os restantes generais dizem então ao inimigo que o tiroteio será apenas temporário e que as tropas voltarão para casa logo que possível. Qual será o resultado provável desta guerra? Adivinhou. O exército acabará por ser derrotado pelo inimigo. O Banco Central Europeu tem-se comportado como estes generais.



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A zona euro anda a jogar ao moralismo

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 1 de outubro de 2011

O pensamento moral na Europa do norte degenerou num jogo moralista no qual há países bons e países maus. Esta atitude moralista é o mais importante obstáculo à solução da crise.

Não será exagero afirmar que há uma clivagem profunda na zona euro entre o norte e o sul. Esta clivagem não é apenas económica: um norte relativamente próspero que até ao momento não foi muito afetado pela crise da dívida soberana; e um sul com problemas (incluindo a Irlanda) onde a crise da dívida bateu com força, empurrando os países para uma situação de desequilíbrio que se caracteriza por altas taxas de juro, austeridade orçamental, desemprego crescente e recessão económica.



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O fundamentalismo do equilíbrio orçamental

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 3 de setembro de 2011

As regras de equilíbrio orçamental partem do princípio cínico de que toda a dívida do Estado é má e que só o que os mercados fazem é bom.

Debaixo de grande pressão da Alemanha, os países-membros da zona euro sentem-se obrigados a introduzir nas suas Constituições cláusulas que limitem as suas despesas orçamentais. O Governo alemão defende que estas cláusulas de equilíbrio orçamental são necessárias para evitar futuras crises da dívida soberana. Será a regra do equilíbrio orçamental uma boa ideia? A minha resposta é não.


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O BCE é responsável pela estabilidade da zona euro

Paul De Grauwe (www.expresso.pt)
0:00 Sábado, 6 de agosto de 2011

Os mercados da dívida soberana numa união monetária estão abertos às forças de contágio. O que só pode ser travado se houver um banco central disposto a ser o garante de última instância.

Já começamos a estar habituados. O Conselho Europeu reúne-se em Bruxelas para evitar o colapso da zona euro. No fim da reunião, os líderes europeus declaram solenemente que tomaram as medidas necessárias para salvar a moeda. Depois de um par de dias de euforia nos mercados financeiros, a crise intensifica-se outra vez.

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