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Passos Coelho está ferido de morte (graças ao Sôr Álvaro!)

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1. No meu último texto, escrevi que Passos Coelho fez um discurso para esquecer no Pontal, tendo cometido um erro político grave: anunciar que em 2013 Portugal não registará uma recessão económica. Julgava eu que Passos estava a dar o argumento decisivo para o PS encostar o Governo à parede no próximo ano, caso o cenário macroeconómico não seja tão abonatório quanto o Governo espera. Bom, sabia que o PS não iria perder a oportunidade de criticar o Governo, mas iria guardar este trunfo para momento posterior. Ora, afinal, Passos Coelho já percebeu a dimensão do seu erro: ontem, na SIC Notícias, foi corrigido por um economista que fez deixou implícito que efectuar qualquer previsão económica para o próximo ano é irresponsável, pois ninguém conhece todas as variáveis - e a nossa situação é particularmente difícil. Bastaram dois dias para Passos Coelho ser desmentido. E por quem? Por um economista do PS? Do Bloco de Esquerda? Ou um independente desalinhado? Não: Passos Coelho foi desmentido pelo seu...Ministro da Economia! Ou seja, um ministro, que deve solidariedade e responde politicamente perante o Primeiro-ministro, desmente o Chefe do Governo que integra...Conclusão: Passos Coelho (como eu escrevi) mentiu aos portugueses, porque hoje temos a certeza (obrigado sôr Álvaro!) de que o Governo não dispõe de nenhuma informação ou dados que permitam afirmar que o próximo ano não será um ano de recessão. Esta é a conclusão eu importa reter e que mais releva para os portugueses.

2. Isto dito, que consequências políticas este episódio provocou? Na minha óptica, avultam três consequências políticas: duas quanto à posição do Primeiro-ministro; uma quanto ao Ministro da Economia. A saber:

a) Passos Coelho fica ferido de morte (politicamente) com este episódio. Porquê? A partir de agora, sempre que ouvirmos Passos Coelho com anúncios bombásticos, com anúncios optimistas, já sabemos antecipadamente que é mentira. Que a motivação de Passos Coelho não é contar a verdade aos portugueses, não é criar esperança fundada - é apenas criar um soundbyte mediático! Com a agravante de este episódio surgir na sequência dos casos que envolvem Miguel Relvas (não só a licenciatura, não se esqueçam da ligação aos espiões e à Ongoing!) e da falta de uma atitude corajosa do Primeiro-ministro, o qual teve medo de tocar em Miguel Relvas! Onde fica a credibilidade de Passos Coelho no meio disto tudo? Fica completamente perdida: temos um Primeiro-ministro que, objectivamente, ficou sem uma réstia de credibilidade! Poder-se-ia dizer que tudo isto não passou de uma combinação entre o Primeiro-ministro e o Ministro da Economia: Passos Coelho anunciava o fim da recessão no próximo ano, em clima de festa; depois, Santos Pereira (sôr Álvaro) aparecia para afirmar que é preciso ter calma, não dar o fim da recessão pela alma. Mas se assim for (e não acredito que assim seja), ainda é mais grave: significa que o Governo sacrificou o interesse nacional, o interesse da nossa Pátria, pelo interesse partidário. Em que termos? É que - os leitores estarão recordados - a política portuguesa tem sido dominada pelos mercados. Não se pode remodelar o Governo porque os mercados (coitadinhos) reagem mal. Não se pode criticar Miguel Relvas porque os mercados atacam Portugal. A oposição cala-se porque não pode mostrar desentendimento com o Governo aos mercados, senão estes irritam-se e o rating da República desce aos infernos, blá, blá, blá....Ora, haverá algo pior para a reputação internacional do Estado português do que o Primeiro-ministro ser publicamente desmentido pelo Ministro da Economia, dois dias depois? Brincamos? É que esta não é uma divergência qualquer: é um ministro de uma pasta fundamental que chama indirectamente irresponsável ao Chefe do Governo! Esta é uma divergência hardcore - não é softcore, é muito hardcore! Os mercados internacionais - agora sim - poderiam encarar o governo português com pânico: então, não há o mínimo de coordenação política? Cada um fala por si? Isto leva-nos à segunda consequência política.

b) Passos Coelho não tem pulso no seu Governo. Passos Coelho não é ouvido, não é seguido e tenho dúvidas que ainda seja respeitado. Será que ainda poderá remediar a situação? Poderá atenuar, demitindo Álvaro do Governo. Se Passos Coelho mantiver Álvaro Santos Pereira, é o seu fim e o fim do seu Governo. Porque o executivo entrará numa fase crescente de descalabro: cada ministro terá a sua agenda própria. Cada um falará por si. Está na hora de Passos - finalmente! - mostrar um bocadinho de liderança no Governo. Se não o fizer, a sua autoridade estará irremediavelmente perdida;

c) Por último, podemos equacionar o seguinte cenário: por que razão o Ministro da Economia - que é um Ministro apagado - teve o topete de desmentir Passos Coelho publicamente? Porventura, ele sabe mais do que aquilo que nós sabemos, nomeadamente, já conhecerá por esta altura que sairá do Governo, mais tarde ou mais cedo. Como não tem nada a perder, o Ministro portou-se ontem, na SIC NOTÍCIAS, mais como um comentador do que como membro do Governo. Estou certo que Álvaro Santos Pereira sabe que não poderá continuar no executivo liderado por Passos Coelho. Veremos...

3. Em suma, esta foi uma semana negra para o Governo: um discurso desastroso de Passos Coelho, um ministro a desautorizar o Primeiro-ministro e o caso dos submarinos que - iremos seguir com atenção! - poderá fragilizar Paulo Portas e, consequentemente, o Governo.

Email: politicoesfera@gmail.com


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Eu minto, tu mentes, ele mente, nós mentimos, vós
Percebe-se de há muito tempo a esta parte, que Passos Coelho jogou todas as cartas neste ano de 2012, ainda que algumas medidas só possam ser aplicadas lá para o final do ano ou mesmo inico do próximo. A sua governação, a não ter resultados em 2013, com o país a dar sinais claros de começar a sair da recessão, levará um enorme chumbo eleitoral em 2015.
Acredito plenamente que Passos Coelho e maioria dos membros do seu execuitivo, se está mesmo a marimbar para os resultados eleitorais de 2015.
É simples. Ou o problema deste país se resolve de vez, ou quem vier a seguir, nada de diferente fará, até porque quem nos financia não está disposto a abrir mão do reequilibrio económico e financeiro das nossas contas públicas e do déficit da balança de pagamentos.
Por muito que alguns digam que não, levaremos com a mesma dose.
Mas até lá, entretenham-se a malhar no Relvas enquanto não aparece outro artista para ocupar as páginas dos Jornais.
Quanto a Portugal, está como sempre esteve desde a sua fundação, dependente de terceiros.
Loucura
O Esteves está a ficar fora de controle. Na sua ânsia de tramar Passos, Relvas e outro pessoal avulso do PSD, embrulha-se numa argumentação incoerente, só alimentada pelo ódio.

A intervenção de Passos foi fraca, pela simples razão de que não tinha nada para dizer e foi pouco inspirado naquilo que decidiu dizer. O caso é que está na expectativa dos desenvolvimentos europeus e a ele , o que lhe toca é gerir a despensa, pouco mais.Pintou a crise cor de rosa, falou de mérito, depois de invadir a máquina do estado de boys, falou de acabar o regabofe, após o regabofe próprio. Tudo isto está escalpelizado e tratado.

O ministro da economia falar da incerteza da recessão é transformado pelo Esteves como uma ferida de morte no PM, como algo que vai disparar os juros e espalhar a desconfiança dos mercados, etc,etc.Aproveita para mandar mais umas facadinhas no assunto Relvas, mas esqueceu-se do Portas , das fotocópias e dos submarinos.

Está a tentar o estatuto de intriguista encartado, mas não passa de um aprendiz de feiticeiro, que se pode queimar com o próprio fogo.O ódio sempre foi mau conselheiro.....
Re: Loucura
Re: Loucura
Re: Loucura
Re: Loucura
Iznogud
Os mais velhos como eu talvez se lembrem da personagem do Vizir Iznogud ('he's no good', criada pelo autor de Asterix, René Goscinny), que que "queria ser Califa em lugar do Califa", e recorria a toda a espécie de estratagemas e intrigas para provocar a sua queda e ocupar o tão desejado lugar...

Suspeito que no fundo, o Ego obviamente extravasado de Esteves o leva a desejar ser PRIMEIRO-MINISTRO... mas teria primeiro que aprender a conter-se para chegar a Vizir...

Não acham que isto pode ser um sintoma de esquizofrenia?
Re: Iznogud
Socorro!!!

Volta rápido Daniel Oliveira!!
Estás perdoado!!
Ó Estebes: que tal começar a escrever para ..
... a Revista Maria?! Acho que nessa vertente jornalística tem todo o potencial para se tornar um "craque". Isto quanto ao conteúdo. Já quanto à forma recomendo-lhe que aposte em mais sumo e menos palha! Textos demasiado longos ninguém lê. A menos que o autor seja um verdadeiro artífice da escrita capaz de suscitar nos leitores um verdeiro prazer da leitura ... Coisa que o Estebes está ainda muito longe de conseguir. Com disse especilize-se em conteúdos tipo Revista Maria e talvez lá chegue...
Não se pode ferir de morte o que já está morto.
João, não se pode ferir de morte o que já está morto.

Não sei se é uma estratégia consciente, mas o "diz o que diz, sugere o contrário depois", tem sido uma constante na política comunicacional deste governo. Está a se esquecer de episódios como o do regressos dos subsídios... que seria para 2 anos, depois 5, no fim nem sequer se sabia quando voltariam. Estou convencido de que foi esta telenovela que motivou o TC a voltar atrás nas permissões táticas para aquela medida, uma vez que nos seus acórdãos, aquele sempre disse que ela tinha que ser temporária...

Outros episódios poderiam ser quando Passos nos assegurou que as medidas implementadas eram suficientes (que só um percalço exterior poderia levar a mais austeridade), ou quando num contexto em que já se ufanava do sucesso daquelas, surpreende com incertezas prematuras no regresso aos mercados em 2013. Porquê? Se tudo corria "bem", porquê lançar dúvidas sobre a evolução de Portugal?

...tal como Álvaro Pereira fez agora.

Logo, vai acontecer o mesmo que antes: os fieis vão ver nisto mais uma prova de honestidade e franqueza, os outros, não foi agora que deixaram de acreditar.

Mas há alguém que para mim, sofreu um duro golpe na sua credibilidade: Marcelo Rebelo de Sousa. Foi tocante a forma como este construiu na TVI uma imagem de herói desinteressado de Passos, com o "lixar-se para as eleições" deste. Se bem me lembro "alguém que cumpre a sua missão e depois vai para casa". E entretanto... acontece Pontal!
O destino ditará...
Mais um texto fraco, a destilar ódios e deveras incongruente. Repito, é uma vergonha para o EXPRESSO ter este pseudo-jornalista a debitar parvoíces todos os dias. E continua mal escrito, impressionante, isso é o que choca mais.
Em relação ao conteúdo, só alguém com pouca moral poderá escrever que "Passos Coelho fica ferido de morte (politicamente) com este episódio." Mas que episódio? O senhor viu mesmo a entrevista? Ou está tão frustrado por ninguém no seu partido lhe dar importância que fica cego? Sim, todos no meio jornalístico sabemos que desejava ter um "job", não conseguiu! E rapazola, o destino, bem o destino encarrega-se sempre, veremos onde estará daqui a uns tempos! A nobreza de caráter vê-se quando é preciso saber esperar, sem tentar derrubar outro alguém, por algo que desejamos muito!

Obrigado JLE
De hoje em diante, dada a sua, mais uma, espetacular crise politica vaticinada pelo "Sôr Álvaro", decidi abster-me de ler as suas futuras crónicas, e conseuqentemente, de as comentar. pq todas são iguais, e pq, qual filme fraquinho, a malta mesmo que apanhe só os ultimos 5 minutos, consegue perceber a história toda à mesma...
cumpts
Re: Obrigado JLE
Parabéns, JLE!
Obrigado JLE pelo seu excelente artigo de opinião. Tenho discordfado nalguns textos seus, mas como me debruço essencialmente sobre o conteúdo dos textos e não sobre o personagem (autor) que os escreve, tanto me faz ser você, como o Daniel Oliveira, como o Tiago Mesquita ou outro habitué deste espaço... É que não sou obrigado a ler as crónicas que aqui se inserem, sejam de quem forem ew dou primazia à liberdade de expressão, por isso e mais uma vez, o seu artigo corresponde à realidade dos factos e os meus parabéns!
Mas
Isto é a bandalheira comunista no seu melhor.
Mas perdeu qual credibilidade ???
Este tipo de conversa leva-me a crer que o passos teria alguma credibilidade antes de ser eleito pm... qual ????
baseada em quê ?
ser um gajo porreiro ?
Não cola
Apesar de ser uma verdade escarrapachada à vista de todos, a voz do dinheiro para pagar a dívida e conseguir financiamento para o "sagrado investimento público" que mantêm o poder fala tão alto que estas polémicas à volta de Roger Rabbit Steps nem se ouvem... lamento que seja assim o único caminho para segurar esta Nação, e que a alternativa seja igual ou pior.
Se...
Todas estas questões seriam muito relevantes se este fosse um país a sério, com um governo sério. Mas não. A promiscuidade é tanta, que apenas uns quanto cidadãos se dão ao trabalho de falar no assunto, nomeadamente o articulista.
Sôr Esteves...
O autor desta crónica deve sofrer de algum problema mental, este artigo volta a demonstrar sinais de delírio e grande parte assenta em pura especulação.

Passos Coelho afirmou no comício do pontal que a Economia Portuguesa iria ESTABILIZAR, que 2013 seria um ano de inflexão no ciclo recessivo , o objectivo é começar a crescer embora o mais certo será verificar-se uma estagnação ou um crescimento muito pouco significativo.

O ajustamento que está a ocorrer está a ser mais rápido do que o previsto, sinal disso é a nossa balança comercial estar a beira do equilíbrio, o crescimento rápido do desemprego o que significa uma reestruturação do tecido económico do país, o ano de 2011 e 2012 foram muito dolorosos e provocaram a sangria conhecida.

O impacto do pacote de ajuda está a ser absorvido pela Economia, o sector privado ajustou-se a quebra acentuada do consumo público e privado.

O ano de 2013 será com um alto grau de probabilidade o ano da inversão de ciclo embora existam condicionantes como a crise na zona Euro, se a situação agravar-se terá impactos no nosso país.

Sobre a entrevista do Ministro da Economia, dá vontade de rir desta análise feita pelo cronista já que este não desmentiu ou contrariou o 1º Ministro, apenas demonstrou cautela e mencionou que existem imponderáveis que o Governo não controla.
...
Esta imprensa que temos
Só agora li este (extenso) artigo de opinião ou crónica. E concluo: o Expresso tem de rever a lista de cronistas e fazedores de opinião pois este jornalista, assim desbocado e tonto, não satisfaz o mínimo de exigência dos leitores nos quais me incluo desde há muito. É verdade que temos todos direito à livre expressão, a dizer umas tolices; mas o Expresso não é propriamente um desses pasquins que por aí abundam. Vamos lá a elevar o discurso sobre a política. Ela está mal mas assim também não vai longe ...
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