26 de maio de 2013 às 0:00
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Passos Coelho em Maputo para transferência de capital de Cahora Bassa

O primeiro-ministro estará em Maputo para a  transferência de capital detido por Portugal na Hidroeléctrica de Cahora Bassa para o Estado  moçambicano.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, chega hoje de manhã a Maputo, numa visita oficial a Moçambique que será marcada pela transferência de capital detido por Portugal na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para o Estado  moçambicano.

O negócio, num valor ainda não divulgado, deverá consistir na venda a Moçambique de 7,5 % dos 15% que Portugal ainda detém na HCB, conforme diversos instrumentos assinados entre os dois estados ao longo dos anos, que regularam uma transferência prevista  nos acordos de Lusaka, de 1974, sobre a independência de Moçambique.

Nos últimos dias têm surgido diversas notícias sobre o destino a dar aos restantes 7,5% que Portugal continuará a deter na HCB, que inicialmente era previsto serem vendidos à REN mas que o Ministério da Energia moçambicano garantiu em comunicado que  serão também cedidos ao país africano no espaço de dois anos.

Integram a comitiva de Passos Coelho o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade (que há menos de um mês substituiu no cargo  Henrique Gomes) e a secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, Maria Luís Albuquerque.

Dois dias de visita


A visita de dois dias de Passos Coelho, a primeira que efetua a Moçambique como chefe do Governo português, tem sido destacada pelos meios de comunicação social de Maputo, com o semanário pró-governamental Domingo a puxar o assunto para a primeira  página, mas nada mais adiantando do que a agenda de deslocação.

Na sexta-feira, o diário "O País", do grupo Soico, parceiro pontual dos portugueses da Ongoing, garantia que Passos Coelho vai aproveitar a sua visita para levantar a questão dos vistos de entrada para portugueses que, em março, sofreram restrições.

O maior número de emigrantes portugueses que a crise económica deslocou para Moçambique tem provocado receios e críticas junto de setores da opinião pública moçambicana e o interesse dos meios de comunicação social internacionais, motivos que terão  levado ao aperto das entradas no país.

Passos Coelho chega às 10h50 (9h50 em Lisboa) sendo recebido no aeroporto pelo seu homólogo moçambicano, Aires Ali.

Ao início da tarde, o chefe de Governo depõe uma coroa de flores no monumento aos Heróis Moçambicanos e é recebido, em seguida, pelo Presidente moçambicano, Armando Guebuza.

Para as 16h está prevista a assinatura dos "instrumentos contratuais relativos à Hídrica de Cahora Bassa".

Encontro empresarial


O primeiro dia da visita oficial termina com um banquete oferecido a Passos Coelho por Armando Guebuza.

Na terça-feira, o primeiro-ministro visita o Centro de Dia Mães de Mavalane, um projeto da cooperação portuguesa, nos arredores de Maputo.

À tarde, Passos Coelho participa num encontro empresarial e visita a escola portuguesa de Maputo, para onde está previsto um encontro com a comunidade portuguesa residente no país.

A agenda oficial da viagem termina com um jantar de retribuição em honra do Chefe de Estado moçambicano.

Esta é a primeira de três visitas que Pedro Passos Coelho deverá efetuar este ano a Moçambique: em junho prevê-se a sua presença na cimeira de Maputo de chefes de Estado e de governo da CPLP e, até ao final de 2012, deverá liderar a delegação portuguesa  à segunda cimeira bilateral, igualmente na capital moçambicana.
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Passos Coelho em Maputo
Quem vem atrás que feche a porta é a política deste governo. Sempre quero ver o que vão fazer os governos que vierem atrás, quando não houver nada para vender e o pote esteja rapado. Não sou eu que digo, mas Medina Carreira que o produto de tais vendas significam sete meses e passado esse tempo ficamos sem dinheiro e sem empresas. Aliás volto uma vez mais a dizer que a teoria de Friedman que está a ser seguida por este governo já provou que destruiu os Países e deixou os povos na miséria.

http://viriatoapedrada.bl...

http://viriatoapedrada.bl... m_source=BP_recent

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LMAO(Teoria de Friedman) Ver comentário
Moçambique uma grande país, um grande povo.
Moçambique é um país irmão.

Moçambique é um país emergente, que muito em breve vai ter o seu lugar no Mundo.

Moçambique é uma potencia económica em crescimento.

Ainda há muito a fazer, mas nós podemos ajudar e ser ajudados.
Temos muita mão-de-obra especializada, que está desocupada e a fazer muita falta em Moçambique.

Quanto mais ajudarmos Moçambique, mais seremos ajudados.

Provavelmente Moçambique, é melhor destino que Angola.
E no entanto em Angola, estamos a fazer grandes coisas, a ajudar o desenvolvimento e a receber muito por isso. Angola tem sido uma boa ajuda no combate ao nosso desemprego, especialmente no sector da construção.
Observador a observar!
Será para ficar ? Uma boa opção Moçambique para emigrar...há muito que fazer e o povo não é piegas !
Mas este gajo é incrível, pá!!!...
Estão incluídos no Protocolo de Transferência:
1.- O estorno dos valores perdidos pelos espoliados do Ultramar, então residentes em Moçambique, sendo pagos aos sobreviventes ou às famílias dos falecidos, tudo o que foram obrigados a deixar, sob forte pressão psicológica e físics, em Moçambique?
2.- A trasladação de todos os militares mortos em combate, cujos despojos físicos repousam lá?
3.- Os despojos físicos dos civis que, no decurso de gerações, dignificaram Portugal como Portugueses, sacrificando-se e cujas famílias nunca mais os poderão visitar num Dia de Finados?
4.- Todo o valor material das infra e super-estruturas dos CFM, Serviços dos Portos, Caminho de Ferro e Transportes, incluindo a DETA, Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos?
5.- O ressarcir pelos danos morais e físicos, corrigidos monetariamente, a todos aqueles que dedicamos as nossas vidas ao território ultramarino de Moçambique, considerando-o uma parcela do Ultramar Português?
6.- O desmembrar de famílias, que se viram fragilizadas, por um descolonização BRUTAL?
7.- A quebra de laços afetivos por aqueles que nunca mais poderemos sequer saber onde param, tal foi o caos, muitos dos quais enterrados em valas comuns a 6, 7, 8, 9 e 10 de Setembro de 1974 e, posteriormente também, a 21 de Outubro de 1974?
Acho que não Passos Coelho e para mim isso não passa de mais um TRAIÇÃO A PORTUGAL E AOS PORTUGUESES.
Desculpa, mas eu sou orgulhosamente um Machambeiro Português.

 
Caro DuarteSilva.S estude a história de Moçambique Ver comentário
Re: Caro DuarteSilva.S estude a história de Moçamb Ver comentário
Re: Caro DuarteSilva.S estude a história de Moçamb Ver comentário
Re: Caro DuarteSilva.S estude a história de Moçamb Ver comentário
Viagens de "Estado"
Diz-se (mas deve ser brincadeira de gosto duvidoso) que Barack Obama viajará brevemente à Samoa Americana, acompanhado por grande parte do seu gabinete, para vender à Samoa não-americana uma quintinha que os americanos lá têm. Segundo parece, as despesas de viagem ultrapassam largamente o preço que vão receber pela quintinha. Os republicanos reclamam porque, segundo dizem, devia ser H.Clinton a deslocar-se à Samoa, para efetuar o negócio. Por outro lado, os do Tea Party dizem que não faz mal ser o Presidente a viajar porque, segundo eles, "faz tanta falta nos USA como uma viola no enterro".

Neste ponto o Estado português dá uma lição aos americanos: em vez de ser o PR a ir fazer o negócio dos 30 e tal milhões de euros, vai o PM , visto que "faz cá tanta falta como uma guitarra portuguesa num enterro", assim como os que o acompanham. (Também podiam ter ido o Gaspar, a Cristas e o Lambreta).
Esperança
Sou um português optimista. O País está falido. Os bancos estão falidos. Os banqueiros e os políticos ligados ao PS, ao PSD e alguns do CDS nadam em dinheiro. Eu tenho esperança que as minhas preces dirigidas a Deus sejam ouvidas. Que Deus os chame o mais rápido possível para o seu seio. O Passos Coelho pode ficar por Moçambique e que tome uns banhos em Cahora Bassa ou então no rio Zambeze.
Re: Esperança Ver comentário
Expresso!
Expresso estás a levar muito tempo para publicar o que o Passos disse em Maputo sobre a antecipação das reformas.. vamos expresso há pessoas neste forum interessadas em comentar essas declarações!
Cabora Bassa & estátuas...
Diz o povo: "quanto mais t'agachas... ".
Mas, não esqueça o Chefe do Governo de Portugal, de afirmar em Maputo ao seu homólogo moçambicano -, que o Povo Português já manifestou rejeitar - em absoluto -, a ideia, e muito menos a concretização, de vir a ser erigida (em Olival Basto, ou em outro qualquer solo de Portugal), uma "estátua em homenagem" a Samora Machel; pese embora o respeito devido à memória daquele moçambicano, mas sobremodo em vista do relevante respeito devido a todos os portugueses e seus irmãos moçambicanos.
Re: Cabora Bassa & estátuas... Ver comentário
CaBora Bassa-em...Português!
O Governo entrega os “anéis”! Será que fica com…os dedos?
Ao Expresso:
Em língua (ainda…) portuguesa, o nome da Barragem é:
CaBora Bassa e não CaHora, à maputense…
É certo que, neste momento, estamos subjugados por tudo o que é
Brasil e similares:
É a IMPOPSIÇÃO Brasileira-alcunhada de “Acordo”, onde
Os Portugueses passam a escrever crioulo afro-brasilweiro, que pouco tem a ver com Português! Uma humilhação reles a que um povo com governantes RELES se sujeita-eu não!-Santana Lopes, ao assinar esta
Subserviência Vil e Barata, devia ser Inibido de exercer qualquer cargo político! Portugal ajoelha ante povos que educou e ensinou!!
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