16 de abril de 2014 às 23:53
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Passos admite estar a pedir "um nível de sacrifício muito elevado"

Passos Coelho deixou "uma palavra de compreensão" aos portugueses, por saber que está a pedir "um nível de sacrifício muito elevado", mas sublinha que o país tem um caminho de "muito trabalho".
Lusa
O caminho que o país tem que seguir "é de muito trabalho, de muito afinco", disse Passos Coelho Paulo Cunha/Lusa O caminho que o país tem que seguir "é de muito trabalho, de muito afinco", disse Passos Coelho

O Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, quis deixar hoje "uma palavra de compreensão" aos portugueses, sublinhando ter consciência de que está a pedir às pessoas "um nível de sacrifício muito elevado".

Questionado sobre as manifestações agendadas para hoje à tarde, Passos Coelho, que visitou a Feira da Golegã com a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, afirmou ser natural que as pessoas se possam manifestar, compreendendo que os portugueses "se questionem como foi possível chegar aqui".

Passos Coelho reconheceu o direito de as pessoas se manifestarem, deixando "uma palavra a todos de compreensão", por saber que está a ser pedido "um nível de sacrifício muito elevado".

Caminho é de muito trabalho


Segundo o Primeiro-Ministro, o caminho que o país tem que seguir "é de muito trabalho, de muito afinco" para que o país possa recuperar.

"Apelo a todas as pessoas para defenderem o país e menos paralisar o país ou tornar ainda mais difícil a nossa missão", afirmou.

Passos Coelho considerou ainda "infelizes" as declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, recusando, contudo, fazer qualquer comentário.

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Re: Passos admite estar a pedir "um nível de sacri
PPC: O caminho que o país tem que seguir "é de muito trabalho, de muito afinco" para que o país possa recuperar.
- Muito trabalho? Onde, com tanto desemprego e a caminhar-se para um número ainda maior de desempregados devido aos impostos elevadíssimos pagos pelos empregadores e pelos empregados?
- Muito afinco? De que serve se não há emprego?
- Para recuperar o quê? O dinheiro gasto na nacionalização do BPN? Nas remunerações elevadíssimas dos gestores públicos, nas parcerias público-privadas e nas pensões dos ex-políticos com reformas elevadíssimas ao fim de 12 anos ao serviço do estado (que estado?)? Em auto-estradas que não pedi? Em todos os investimentos públicos (CCB, Casa da Música, estádios de futebol, e outros milhares em que não fui ouvida e que tenho de pagar?
Onde viveu este senhor até agora? Em alguma nave, noutro planeta, noutro universo?
Paralisar o país e o povo é o que ele está a tentar fazer com estas medidas colossais!
Este Alforreca é mesmo avariado da cabeça!
Não vai tardar muito, vai a correr para as saias do padrinho Ângelo Correia! Aquele padrinho que o pôs a trabalhar pela primeira vez na vida! E logo a mandar!!
Bem vistas as coisas, o Alforreca nunca trabalhou na vida!!!
O que lhe vale é ter padrinhos como o Ângelo Correia!!!!

Sabe lá este Alforreca Fascista o que é a vida!!!!

http://youtu.be/gNu5BBAdQ...
convém relembrar as palavras do coveiro mentiroso Ver comentário
Trabalho para uns, dinheiro para muitos afilhados
Mais de 80 maçons em cargos importantes
“Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta. As figuras, a história, os valores, as cerimónias e as polémicas. Leia tudo no e-paper do DN sobre esta trabalho de investigação que será publicado até segunda –feira” DN, 12/11/2011.
Acrescentarei eu: E a Opus Dei? A nossa política e consequentemente AR, Governo, etc., não têm sido imunes a vários grupos, que se protegem uns aos outros.
Não há pachorra...
É preciso pachorra...

É preciso pachorra para acreditar em inteligentes da escola do marionetismo e da faladura.

É só balelas pseudo-intelectualoides institucionais,quando pela acção desgovernativa do Governo a que pertence,só é promovido o vazio intutucional ou estatal e a subserviência incondicional aos "contabilistas da troika", que pagam a mesada aos capatazes governantes.

Um país não se governa consequentemente de forma viável e promissora só com "trique e trique" e "boas intenções"como no passado nas últimas décadas.

Um pouco mais de autenticidade credível com a clarificação do rumo e dos objectivos,especificando o seu âmbito,a serem atingidos são indispensáveis ao país e ao ânimo autêntico e salutar da população em geral.

Andar a rapar "tachos" para resolver a situação económica e social do país,que se agrava cada vez mais,e será muito mais recessiva nos próximos anos não é de modo nenhum solução para coisa nenhuma e é um caminho abismal.
Mais um a trair a pátria
Penso que todos os portugueses estarão de acordo com o que lhe vou propor:
Nós portugueses não nos queixamos dos sacrifícios que vamos ser obrigados a fazer.
E o seu governo, todos incluídos passam a ganhar o ordenado mínimo para dar o exemplo.
Imaginemos por exemplo em sua casa é o sr. e a sua esposa mais os dependentes, então se ela trabalhar recebe também o mesmo ordenado mínimo que o sr., depois os 2 procuram uma casa para alugar e abdicam de todo o vosso património temporariamente (só para não se poderem socorrer dele em caso de necessidade), todas as despesas inerentes ao seu emprego serão pagas pelos seus compatriotas portugueses e faz-se o mesmo com os restantes membros do seu governo.

Desta forma estão quase ao nível dos vossos compatriotas mais desfavorecidos, pois ainda tem bem pior. Mas assim já acho razoavelmente justo.

Depois veremos quanto tempo vai a sua estrutura familiar aguentar, daí a se tornar alcoólico é só mais um passo.
Eu até aposto que nem lá conseguia chegar, e teríamos mais um titulo na imprensa sobre suicídio.

Se fosse capaz aí sim colocava os seus compatriotas do seu lado a acreditar.

Passos admite estar a pedir "um nível de sacrifíci
Duma maneira geral, as pessoas bem informadas aceitam os sacrifícios impostos como sendo necessários para sair da crise. No entanto, o que essas mesmas pessoas consideram inaceitável é que:
1) Até agora, ninguém tenha sido responsabilizado pela situação a que o país chegou. Com tantos economistas e tantos 'senhores dr.'s', ninguém tenha alertado os portugueses e as portuguesas para o abismo para o qual o país caminhava a largos passo: Exemplo: Vítor Constâncio, ex-governador do BP, que não supervisionou devidamente a Banca nem alertou o país, recompensado com o cargo de vice do BCE.
2) Os sacrifícios sejam uma vez mais para os economicamente mais débeis. Basta ver os emails que circulam na Net sobre os escândalos sucessivos de salários e pensões milionários, 'subvenções vitalícias', etc., a par da redução ou supressão de subsídios de Natal e de férias;
3) Nenhum autor de fraudes, crimes 'de colarinho branco', corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal esteja já atrás das grades. Exemplo: Fátima Felgueiras, Isaltino Morais, 'gestores' do BPN e muitos outros.
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