Anterior
14 mil contra portagens na Via do Infante
Seguinte
100 perguntas para 2011 e mais 10 que não couberam
Página Inicial   >  Atualidade / Arquivo   >   Paris: patrão de discoteca portuguesa assassinado

Paris: patrão de discoteca portuguesa assassinado

Paulo, um luso-descendente de 38 anos, foi abatido a tiro por um comando de encapuzados à porta do Pagode, a sua discoteca nos arredores de Paris. 'Negócio de saias' terá motivado este provável ajuste de contas.
|
Paris: patrão de discoteca portuguesa assassinado
Entrada da discoteca Pagode, onde o crime ocorreu, entretanto  fechada pela polícia para investigações periciais

Muito popular na noite portuguesa da região parisiense, onde existem diversas discotecas portuguesas, Paulo, como era conhecido no meio, nasceu em França, era casado e tinha dois filhos.

O ataque ocorreu na noite de segunda para terça-feira, quando a discoteca estava fechada. Paulo, e o gerente, Fernando, de 43 anos, que ficou ferido num braço, encontravam-se no interior a trabalhar na contabilidade do Pagode, uma imensa discoteca localizada em Pierrelaye, uma vila dos arredores de Paris. Depois de terem detetado movimentos estranhos no exterior da discoteca, através do sistema interno de controlo de vídeo, saíram e foram alvejados.

O ataque deve-se, provavelmente, a um ajuste de contas, provocado por "um negócio de saias", segundo disse ao Expresso um dos seus amigos.

Pagode cheio aos fins de semana


Antes de comprar o Pagode, em 2006, Paulo possuía uma outra discoteca em Plaisir, igualmente na região parisiense.

O Pagode reunia mais de mil clientes aos fins de semana, depois de se ter fundido com um clube vizinho de tendência "afro", que era igualmente propriedade de Paulo. O novo espaço reunindo os dois clubes estava a funcionar apenas há cerca de um mês.

A polícia francesa, que fechou a discoteca, não tem por enquanto pistas definidas que justifiquem o ataque ao patrão da discoteca portuguesa. Mas, informa o diário "Le Parisien" de hoje, já em 2006, pouco antes de Paulo adquirir os dois locais, também fora abatido a tiro um dos sócios do Pagode.


Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 2 Comentar
ordenar por:
mais votados
Porra!!!

Paris terceiro mundo? Que horror !!
COncorrência perfeita...
Pensam que o «mundo dos negócios» é um transparente espaço de concorrência perfeita que se ensina nos manuais de economia do primeiro ano?
Comentários 2 Comentar

Últimas

Ver mais

Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub