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  • A semana da revolta dos espiões

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Agora é preciso que o Partido Republicano se mobilize no Senado para investigar o Presidente pelas suas alegadas ligações à Rússia de Putin. Trump continua a garantir que há “zero caos” na sua Administração mas o cerco está a apertar. O republicano que dirige a comissão de relações externas já admitiu que está “a debater a melhor forma de perceber o que se está a passar”

  • A semana da revolta dos espiões

    Diário

    Joana Azevedo Viana

    Agora é preciso que o Partido Republicano se mobilize no Senado para investigar o Presidente pelas suas alegadas ligações à Rússia de Putin. Trump continua a garantir que há “zero caos” na sua Administração mas o cerco está a apertar. O republicano que dirige a comissão de relações externas já admitiu que está “a debater a melhor forma de perceber o que se está a passar”

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Já toda a gente percebeu que a suspeita de Moscovo ter mesmo entrado nas contas da Convenção Democrática e dos serviços secretos de Putin terem sido um instrumento fundamental na campanha de Donald Trump não é apenas uma possibilidade. É uma fortíssima probabilidade. E apesar da loucura que parece estar a atravessar a Améria, os EUA ainda são os EUA e a Rússia ainda é a Rússia. Até Trump já percebeu que se for visto como marioneta de Putin a sua administração entrará em guerra aberta com militares e serviços secretos. Apesar de resultar de uma mentira e de uma deslealdade para com o vice-presidente, a demissão de Michael Flynn, suspeito de excesso de proximidade a Moscovo, é sinal de que Trump e Pence perceberam que as relações com a Rússia os podem pôr em muitos maus lençóis. Travar a caça ao amigo de Putin é o principal objetivo desta demissão. E se assim é, espera-se que este seja um filão que os seus opositores vão explorar mais.

  • “A Constituição não é um mero borrão de tinta sobre o qual podem projetar esperanças e sonhos”: o homem de Trump

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    A escolha da nova administração norte-americana para preencher o lugar que a morte de Antonin Scalia deixou vago no Supremo Tribunal não surpreendeu: Neil M. Gorsuch é um professo admirador do falecido juiz e, de várias formas, muito parecido com ele. Mas não é certo que vá chegar lá tão cedo. Os democratas vão lutar até ao fim contra a nomeação — defendem que o assento pertence a um liberal e que foi “roubado” pelos republicanos. Está aberta mais uma frente de batalha partidária nos EUA de Donald Trump