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Expresso

  • Concentração “contra o fascismo” faz jogada de antecipação a ‘manif’ da extrema-direita

    Política

    Paulo Paixão e Hugo Franco

    O cancelamento da conferência de Jaime Nogueira Pinto tem esta terça-feira uma sequela: ao protesto do PNR em Lisboa, na Avenida de Berna, frente à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), às 18h, respondem antigos e atuais estudante professores/investigadores com uma concentração, duas horas antes, no átrio da faculdade. Haverá “reforço policial” nas imediações

  • Concentração “contra o fascismo” faz jogada de antecipação a ‘manif’ da extrema-direita

    Diário

    Paulo Paixão e Hugo Franco

    O cancelamento da conferência de Jaime Nogueira Pinto tem nesta terça-feira uma sequela: ao protesto do PNR em Lisboa, na Avenida de Berna, frente à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), às 18h00, respondem antigos e atuais estudante professores/investigadores com uma concentração, duas horas antes, no átrio da faculdade. Haverá “reforço policial” nas imediações

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    É verdade que os rapazes da Nova Portugalidade só lutam pela liberdade de expressão se for a sua – o seu principal dirigente partilha no facebook uma foto tirada em Santa Comba Dão, em que se ajoelha perante uma lápide “para honrar o professor Oliveira Salazar”. Mas nem por isso têm menos direito à palavra do que qualquer outro estudante. É verdade que a direção da FCSH se disponibilizou para organizar outro evento com o mesmo tema e incluindo Nogueira Pinto. Mas não me parece que caiba ao diretor limitar o direito à dissertação solitária do conhecido historiador. E é verdade que a Associação 25 de abril ofereceu o seu espaço a sessão, mostrando aos salazaristas o que a distingue deles. Mas isso não apaga o erro dos estudantes. Nunca vi Nogueira Pinto associado a qualquer grupo violento ou que promovesse qualquer ato inconstitucional. Pelo contrário, respeita todas as regras democráticas de pluralismo e debate sempre com civilidade os seus (nada recomendáveis) pontos de vista. Os jovens da FCSH não só aguentariam ouvi-lo com ganhariam muito em discutir com ele. Quando estudantes pouco familiarizados com as regras democráticas o tentam calar e o tratam como se trataria um criminoso não combatem os inimigos da democracia. Apenas os tornam mais respeitáveis

  • Ministro do Ensino Superior apela à indústria de bebidas alcoólicas para deixar de patrocinar praxes e eventos estudantis

    Diário

    Isabel Leiria e Sofia Miguel Rosa

    Manuel Heitor defende a criação de alternativas de integração dos estudantes no ensino superior, que passem por atividades ligadas à ciência, à cultura e ao desporto. É preciso “dar a volta às praxes” e estimular a “abolição total das práticas humilhantes” que ainda as caracterizam, diz em entrevista ao Expresso Diário

  • Relatório recomenda ao Governo que impeça dinheiro do Estado de financiar praxes

    Sociedade

    Isabel Leiria

    Relatório “A Praxe como Fenómeno Social” foi pedido pelo Ministério do Ensino Superior e é apresentado esta segunda-feira. Maioria dos dirigentes das instituições estão de acordo com as “boas” praxes, mas autores do estudo deixam várias recomendações. Impedir apoios públicos e isentar de custas os estudantes que levem à justiça situações que possam ser consideradas crime estão entre as propostas

  • Qualidade do ar: mau ambiente na escola

    Sociedade

    Carla Tomás

    Salas de aula não arejadas, número elevado de alunos e materiais poluentes são algumas das razões para que o ar que se respira no interior de muitas escolas portuguesas seja de qualidade duvidosa. Um estudo divulgado esta quarta-feira vem confirmar o problema, desta vez em escolas de Coimbra