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Expresso

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Há coisas novas, como um possível realinhamento estratégico na relação com a Rússia e com a China, a possibilidade de se recuar nos acordos de Paris, o discurso de Trump sobre acordos comerciais internacionais e a sua leviandade com que este homem trata os assuntos de Estado. Mas a principal novidade é ter-se juntado num só homem toda a degradação política das últimas décadas. O mundo maravilhoso que nos prometeram, onde o comércio mundial chegaria para garantir a paz e a prosperidade e o saber dos homens de negócios levaria a competência aos governos, aí está, a rebentar pelas costuras. Trump não é o início de nada, é a apenas uma caricatura grotesca do que andámos a fazer desde que, com a queda do bloco comunista, achámos que nada, a não ser a concorrência e a propriedade, tinha de ser preservado. Trump, o CEO demagogo que ataca os imigrantes e os pobres, que vai reduzir os impostos aos ricos e tirar cuidados de saúde aos pobres, não é uma guinada na história do Ocidente, é uma aceleração. É a confirmação do poder bruto e implacável do dinheiro

  • Membros da equipa de Trump alertam para ameaça russa

    Internacional

    Alexandre Costa

    O general James Mattis, que irá ser responsável pelo Pentágono, considera o regime de Vladimir Putin uma das maiores ameaças para a ordem mundial. Mike Pompeo, que irá chefiar a CIA, reconhece que a Rússia interferiu nas eleições norte-americanas com o objetivo de contribuir para a eleição de Donald Trump

  • Rússia terá mais do que uma gravação comprometedora de cariz sexual contra Trump

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Informação foi avançada por um jornalista da BBC a quem a CIA confirmou que as alegações são “credíveis” e oriundas de mais do que uma fonte – após a CNN e o BuzzFeed terem denunciado a existência de um dossiê Trump compilado por um ex-espião britânico, contratado por republicanos que se opunham à candidatura presidencial do empresário e, mais tarde, por democratas que apoiavam Hillary Clinton

  • Rússia nega ter informações comprometedoras sobre Trump. “É um bluff total”

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Presidente eleito dos EUA ainda não reagiu oficialmente às alegações contidas no dossiê que os seviços de informação lhe apresentaram há uma semana, bem como a Barack Obama, onde é alegado que esteve envolvido em “atos sexuais perversos” –uma das informações que Moscovo estará a usar para o controlar – e que a sua equipa esteve em contacto com intermediários do governo russo ao longo da campanha presidencial

  • Trump, Rússia, chantagem e ‘golden shower': o documento que anda a circular nos corredores de Washington

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Há uma semana, as agências secretas dos EUA apresentaram a Barack Obama e a Donald Trump uma sinopse de um dossiê onde é alegado que Vladimir Putin tem estado a reunir “podres” sobre o Presidente eleito para o chantagear, ao mesmo tempo que se manteve em contacto com a equipa do americano durante a campanha para o ajudar a ganhar as eleições. Os serviços de informação ainda não apuraram a veracidade de algumas das alegações, mas garantem que a fonte é fidedigna

  • Boris Johnson viaja até Nova Iorque para se encontrar com equipa de Donald Trump

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Chefe da diplomacia britânica vai reunir-se esta segunda-feira com o genro do Presidente eleito dos EUA, Jared Kushner, e com a controversa figura da chamada "direita alternativa", Stephen Bannon. Reunião deverá ser marcada por discussões de "relação especial" entre os dois países, um dia depois de Theresa May ter assegurado que o Reino Unido vai sair do mercado único europeu

  • Legisladores americanos “devem apresentar objeções” à eleição de Trump

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Grupo de advogados apurou que pelo menos 50 dos 300 membros do Colégio Eleitoral desrespeitaram as regras e defende, por isso, que os seus votos devem ser anulados. Trump conseguiu bater Hillary Clinton nas presidenciais graças a uma margem de 37 grandes eleitores. Congresso dos EUA formaliza hoje a vitória eleitoral do empresário — a menos que haja objeções contra suficientes votos do Colégio