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Expresso

  • Zeca, uma estética que era uma ética

    Cultura

    Bernardo Mendonça

    Depoimentos. Há 30 anos que vivemos sem ele, há 30 anos que o continuamos a escutar. Faz esta quinta-feira três décadas de Portugal sem Zeca Afonso: Marcelo Rebelo de Sousa, Bagão Félix, Manuel Alegre, Marisa Liz, Maria do Céu Guerra (é dela o título ali em cima), Adolfo Luxúria Canibal, Pedro Ayres Magalhães, Vitorino e Ruben de Carvalho escrevem sobre um homem singular

  • Zeca, uma estética que era uma ética

    Diário

    Bernardo Mendonça

    Depoimentos. Há 30 anos que vivemos sem ele, há 30 anos que o continuamos a escutar. Faz esta quinta-feira três décadas de Portugal sem Zeca Afonso: Marcelo Rebelo de Sousa, Bagão Félix, Manuel Alegre, Marisa Liz, Maria do Céu Guerra (é dela o título ali em cima), Adolfo Luxúria Canibal, Pedro Ayres Magalhães, Vitorino e Ruben de Carvalho escrevem sobre um homem singular

  • O efeito limonada

    Arquivos Expresso

    texto J. J. MCCorvey/Fast Company*

    Dez lições que todas as empresas podem aprender com Beyoncé Neste fim de semana em que celebramos a família e nos preparamos para o ano que há de vir, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Cultura

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • Vale a pena esperar quatro anos para ouvir uma cousa destas

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    Passaram-se quatro longos anos desde a estreia de Frank Ocean – longos para os fãs, cuja impaciência ameaçava tornar-se incontrolável, e para ele, que teve tempo de construir duas versões do mesmo disco, um álbum visual, um videoclip e muita poesia. “Blonde” é um presente dele para nós (“Cantar estas músicas é terapêutico e eles pagam-me, mãe/ Eu é que devia pagar-vos, sinceramente”), envolto em muito mistério e num lançamento que parecia nunca mais acabar, para no final ficar apenas o que interessa: a música (e aquelas letras sobre o amor e o tempo, e aquela voz tantas vezes sozinha porque não precisa de acompanhamento). Ocean chamou a tropa de elite da indústria – nos créditos estão os nomes de Beyoncé, Kendrick Lamar, Andre 3000, Kanye West, Jamie XX, David Bowie ou James Blake – para compensar uma ausência demasiado longa. Este é um dos acontecimentos do ano - e o álbum é incrível

  • A pureza nostálgica de acreditar na promessa de grande país por vir

    Desporto

    Plinio Fraga, no Rio de Janeiro

    Este texto principia com uma nota do editor, que pediu ao repórter no Rio de Janeiro para enaltecer as virtudes do Brasil depois de dias, semanas e meses em que as notícias acentuaram defeitos, inconvenientes e descuidos que anunciam o fracasso dos Jogos Olímpicos (zika, atrasos nas obras, insegurança, tramas políticas complexas, águas sujas, vila olímpica sem condições e demais infortúnios). O repórter anuiu, dispôs de dois dias para versar sobre as qualidades do próprio país e respondeu de volta que “talvez tenha saído num tom menos alegre que o proposto”. O editor examinou a prosa e deparou-se com o impensável (parece crítica, é elogio): um texto que é quase todo sobre uma canção e que devia ser acerca dos Jogos, que começam esta sexta. O editor rendeu-se ao que leu com a expectativa que você que há de ler isto se renda também - e é uma rendição plena de satisfação para usufruir no Português do Brasil

  • Uma primeira audição do álbum inédito de Bowie

    Diário

    Nuno Galopim

    Gravado em Filadélfia em finais de 1974, o álbum “The Gouster” é como um ensaio geral de uma busca por uma visão pessoal da música soul. Uma festa soul e funk. O disco seria colocado de lado, migrando algumas das canções, em novas versões, para o alinhamento de “Young Americans”. Arquivado desde então, o álbum vai ver a luz do dia a 23 de setembro, tal e qual estava então praticamente pronto a editar. É a grande novidade de uma caixa de 12 CD e 13 discos em vinil que recordará a etapa americana que Bowie viveu entre 1974 e 1976