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Expresso

  • Carolina votou em 1911. Foi a primeira e a República mudou a lei para impedir o voto feminino

    Sociedade

    Manuela Goucha Soares

    As eleições para a Assembleia Constituinte da I República colocaram Portugal na vanguarda do movimento sufragista. Carolina Beatriz Ângelo, médica, viúva e chefe de família, foi a primeira mulher a exercer o direito de voto em toda a Europa Central e do Sul. Fez uma leitura ousada da lei, que os homens republicanos não foram capazes de prever, e recorreu para a Justiça para conseguir recensear-se. O juiz Castro proferiu uma sentença revolucionária e ela foi a única mulher a votar. Em 1913, a República mudou a lei e interditou o voto das mulheres. No Dia Internacional da Mulher, o Expresso recorda esta sufragista portuguesa

  • A ignorância eurocêntrica sobre Trump (ensaio de Henrique Raposo)

    Política

    Henrique Raposo

    Trump não é conservador, republicano ou federalista, é um “confederado” sulista à imagem do fundador do Partido Democrata, escreve Henrique Raposo no primeiro de cinco ensaios sobre o Presidente do EUA que vamos publicar nos próximos dias. Os ensaios seguintes são assinados por Pedro Mexia, Ricardo Costa, Daniel Oliveira e Clara Ferreira Alves

  • A ignorância eurocêntrica sobre Trump (ensaio de Henrique Raposo)

    Diário

    Henrique Raposo

    Trump não é conservador, republicano ou federalista, é um “confederado” sulista à imagem do fundador do Partido Democrata, escreve Henrique Raposo no primeiro de cinco ensaios sobre o Presidente do EUA que vamos publicar nos próximos dias. Os ensaios seguintes são assinados por Pedro Mexia, Ricardo Costa, Daniel Oliveira e Clara Ferreira Alves

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Há mais de quatro anos, precisamente a 11 de novembro de 2012, quando Portugal estava sob a intervenção da troika e os antifascistas de profissão e pacotilha diziam que Merkel era a antecipação do nazismo, escrevi o texto que se segue. Na altura, os bem pensantes partiram do princípio que eu era um protofascista. Mas aos argumentos que alinhava, posso acrescentar o que Obama há dias disse da chanceler alemã e ainda o modo como ela defendeu os migrantes e reagiu à vitória de Trump. Num momento em que Marine Le Pen pode ganhar em França e em que Beppe Grillo (apesar do nepotismo e absoluta falta de decoro da ação da sua aliada em Roma) pode tornar-se decisivo em Itália, paremos um minuto e pensemos: como estaria a Europa sem ela? Talvez como a França ou a Hungria, ou mesmo a Holanda onde um extremista (Gert Wilders) começa a meter medo. Aqui fica o texto, na esperança de que se compreenda o que são convicções não ditadas pela manada em que se transformou a comunicação. Ah! E chamem-me o que quiserem…

  • Carolina votou em 1911. Foi a primeira e a República mudou a lei para impedir o voto feminino

    Política

    Manuela Goucha Soares

    As eleições para a Assembleia Constituinte da I República colocaram Portugal na vanguarda do movimento sufragista. Carolina Beatriz Ângelo, médica, viúva e chefe de família, foi a primeira mulher a exercer o direito de voto em toda a Europa Central e do Sul. Fez uma leitura ousada da lei, que os homens republicanos não foram capazes de prever, e recorreu para a Justiça para conseguir recensear-se. O juiz Castro proferiu uma sentença revolucionária e ela foi a única mulher a votar. Em 1913, a República mudou a lei e interditou o voto das mulheres