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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O antigo primeiro-ministro e líder do PS escreve no ‘Público’ um artigo a desmontar o que o mesmo diário referiu ontem sobre a sua ação e do seu Governo, ligado ao BES e a outros elementos, na evolução da velha PT. Não está em causa o direito de o fazer, nem vou defender o trabalho do jornal, que referi aqui abundantemente; não tenho procuração para isso, nem aquela redação necessita de ajuda. Podia, até, acreditar neste e naquele ponto que Sócrates enfatiza, não fosse o caso de o último parágrafo o desmascarar por completo

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Pela segunda vez, no espaço de uma semana, o primeiro-ministro referiu-se à operadora do SIRESP como incompetente. Trata-se da Meo, que é da Altice que comprou a PT Portugal e quer comprar a TVI. O chefe do Governo pode ter razão, mas devia parar de se queixar. Afinal quem contratou o Sistema foi ele próprio. Sim, ele próprio

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O líder do PSD foi a Pedrógão Grande dizer uma verdade evidente – que o Estado falhou redondamente no combate àquele fogo trágico, a maior tragédia (se excetuarmos acidente aéreo com o voo TAP 425, na Madeira, em 1977) desde as cheias de Lisboa em 1967. Há 50 anos, ou há 40 se considerarem a queda do avião com 156 passageiros (a maioria belgas) a bordo. Inexplicavelmente, o líder do PSD disse uma mentira tão desastrada e irresponsável que se tornou no primeiro carrasco da verdade que tinha ido dizer

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Curiosamente, a CGTP realizou em Lisboa e no Porto, no sábado passado, duas manifestações a defender a valorização do trabalho e dos trabalhadores. Ambas as manifestações reuniram dezenas de milhares de trabalhadores, segundo a costumeira informação da CGTP, mas houve uma novidade: no dia seguinte, nem um jornal nacional lhes fez referência na primeira página. Posso ser esquecido, mas tenho ideia de que isto há uns tempos não era assim

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Não nego que a ideia de que muitas coisas nos andam a escapar, por culpa de preconceitos nossos e de outros, me foi motivada pela leitura de um artigo da ex-diretora do ‘Público’ Bárbara Reis. As questões que ela levanta, quase todas à volta da visita de Trump ao Papa, são pertinentes e sólidas. Nem ela nem eu (espero) seremos suspeitos de apoiar o estranho presidente dos EUA (e o adjetivo estranho é para dizer o menos). Mas o facto de ele ser quem é, e como é, não nos permite menos rigor ou menos seriedade. Sob pena de nos tornarmos naquilo que ele passa a vida a dizer que somos

  • “Sabe, há alturas, quando estamos a fotografar, que devíamos saber mais da vida”: 15 histórias de 15 fotos de 15 ilustres

    Cultura

    Ana Soromenho

    O fotógrafo Alfredo Cunha expõe a partir desta sexta-feira quatro décadas de imagens. Entre as 500 que podemos ver na Cordoaria Nacional, em Lisboa, há 160 retratos. Para o Expresso, selecionou uma série de 15, de algumas das grandes personalidades do nosso tempo, e conta-nos a história de cada uma dessas imagens, uma das quais inédita