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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Quando num referendo, movido pelo populismo e pela demagogia (e a ideia de que seria vencedora a opção europeia), os britânicos decidiram abandonar a União houve desde logo a ideia de que o futuro não seria simples. David Cameron, então primeiro-ministro, abandonou o lugar para Theresa May e um dos grandes opositores da Europa, Boris Johnson chegou aos Negócios Estrangeiros. Este Boris, que se usasse o primeiro nome era um vulgar Alexander, nascido em Nova Iorque, mas de nacionalidade britânica (só em 2016 renunciou à dupla nacionalidade, pois era também norte-americano), é a meu ver a personalização do Brexit. Vejamos porquê

  • A América está a debater se acaba de abrir um precedente grave

    Internacional

    Ricardo Lourenço, correspondente nos Estados Unidos, e Mafalda Ganhão

    Uma ameaça de bomba feita por um alegado jiadista resultou na evacuação de 900 escolas e na retirada de 700 mil alunos em Los Angeles, nos EUA. O homem que tomou a decisão de fechar as escolas defende-se, o FBI teme que se tenha aberto “mau precedente”