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Expresso

  • Interferência de legislador luso-descendente põe “em risco” investigação Trump-Rússia

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Devin Nunes, atual chefe da Comissão de Serviços de Informação da Câmara dos Representantes, que integrou a equipa de transição de Donald Trump, está a ser acusado de obstrução à Justiça por revelar pormenores de um inquérito em curso à Casa Branca e aos media. Adam Schiff, democrata de topo daquela comissão, não exclui a possibilidade de abandonar a investigação por causa do comportamento do colega republicano, que “levanta enormes dúvidas sobre se o inquérito pode ser conduzido de forma credível”

  • Aberto a sete chaves

    Sociedade

    João Garcia (texto) Helder Oliveira (ilustração)

    Dizem que existe, mas anda nas bocas do mundo. Há quem tenha obrigação de o manter e quem tenha o dever de o quebrar. A Justiça diz que lhe faz falta e os jornalistas queixam-se de que só atrapalha. No Arquivo Expresso desta quinta-feira republicamos o artigo sobre o segredo de Justiça (ou a falta dele...) publicado originalmente na revista do Expresso de 9 de maio de 2009

  • Operação Marquês. Não há meios termos nem falinhas mansas: advogados e procuradores completamente divididos

    Diário

    Hugo Franco, João Carlos Santos e Luís Barra

    Novo prolongamento do prazo dado pela PGR à equipa do DCIAP que investiga os negócios de Sócrates divide especialistas: há quem fale num “monstro” com milhões de ficheiros mas também quem defenda que para se acabarem de vez com as suspeitas sobre o ex-primeiro ministro tem de existir uma “investigação cabal” que vá até ao fim, mesmo que isso implique mais tempo

  • Aberto a sete chaves

    Diário

    João Garcia (texto) Helder Oliveira (ilustração)

    Dizem que existe, mas anda nas bocas do mundo. Há quem tenha obrigação de o manter e quem tenha o dever de o quebrar. A Justiça diz que lhe faz falta e os jornalistas queixam-se de que só atrapalha. No Arquivo Expresso desta quinta-feira republicamos o artigo sobre o segredo de Justiça (ou a falta dele...) publicado originalmente na revista do Expresso de 9 de maio de 2009

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Escrevi há pouco mais de 15 dias, na última página da edição semanal do Expresso, que ultrapassar de novo os prazos na investigação a Sócrates era desprestigiante e mau para a Justiça. Mantenho a ideia, por muito que possa compreender as dificuldades das cartas rogatórias e as complexidades próprias de quem tem meios para fazer circular dinheiro por dezenas ou centenas de locais. Se sabem (ou deveriam saber) que é assim, que a confusão é muita, que as respostas são lentas, que a investigação dá muitas voltas, por que colocam prazos? Ao não os cumprirem a ideia que deixam, por muito injusta que seja, é a da própria incompetência ou a da inocência dos visados. Uma exagerada insistência na dilação de prazos, depois de ter havido prisões preventivas, não pode deixar ninguém descansado. A sua eternização é um desassossego

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Bom, já era tempo de poder elogiar o primeiro-ministro. É hoje. Ao defender uma maioria de 2/3 para a aprovação de grandes projetos que, obviamente, vão para além de uma legislatura, fez uma proposta digna de um primeiro-ministro, de um estadista e não de um chefe de fação. Pena não ser brasileiro para poder dizer “Saravá, seu Costa!”

  • É igual investigar um qualquer cidadão anónimo ou alguém com poder?

    Diário

    Teófilo Santiago, ex-coordenador superior da Polícia Judiciária

    A justiça é igual para todos. Isto não devia ser uma pergunta. Mas é. E é igual investigar um qualquer cidadão anónimo ou alguém com poder? Como é que se investiga alguém com acesso aos meios de comunicação social e aos melhores advogados? Teófilo Santiago, o investigador da PJ que dirigiu grandes casos como o Aveiro Conection ou o processo Face Oculta (que levantou suspeitas contra Sócrates de atentado ao Estado de Direito nunca investigadas), conta como é investigar o poder. O Expresso convidou figuras do meio judicial para desfazer algumas dúvidas ao longo dos próximos dias. Começamos segunda-feira com Maria José Morgado, prosseguimos com Teófilo Santiago