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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Soube, assim como que por acaso, que o Estado pede 1,25 milhões de euros que o empresário da Ongoing Nuno Vasconcellos lhe deve. Além do Estado (neste caso a Parvalorem, ou o que resta dos ativos tóxicos do BPN), também o Novo Banco herdou do BES a dívida de 12 milhões; por fim, o BCP é credor do mesmo empresário do valor de 9,7 milhões. Ao todo, Nuno deve 22,95 milhões e tudo o que tem em seu nome é… uma mota de água

  • Madeira precisa de milhões para acolher emigrantes e lusodescendentes regressados

    Política

    Marta Caires

    A conta final ainda não está feita, mas o Governo Regional não tem dúvidas que se se mantiver o ritmo de regressos da Venezuela serão necessários milhões de euros para garantir saúde, apoios sociais, habitação e educação. José Luís Carneiro, que veio à região para ver de perto os impactos do regresso, prometeu solidariedade, mas dinheiro só depois da reunião no Ministério dos Negócios Estrangeiros, que deverá acontecer até ao fim de Julho

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Pela segunda vez, no espaço de uma semana, o primeiro-ministro referiu-se à operadora do SIRESP como incompetente. Trata-se da Meo, que é da Altice que comprou a PT Portugal e quer comprar a TVI. O chefe do Governo pode ter razão, mas devia parar de se queixar. Afinal quem contratou o Sistema foi ele próprio. Sim, ele próprio

  • Guia para a nova emissão de OTRV estatais

    Economia

    Elisabete Tavares

    A nova emissão de Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV) arranca esta segunda-feira. A operação deverá voltar a ser um sucesso, apesar de ter uma taxa de juro mais baixa do que as das emissões anteriores e de gerar um retorno inferior ao dos Certificados do Tesouro Poupança Mais

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ainda não comecei a ser completamente anarquista. Porém, se pensasse que não existia melhor para além do que ouvimos no Parlamento, talvez aderisse. Em São Bento, parte quer o Estado para fazer negócios com o dinheiro dos contribuintes; outra parte necessita do Estado para viver à custa dos contribuintes; por último há os que querem engrandecer-se gastando aquilo que contribuintes são obrigados a pagar. Claro que há os chamados ‘danos colaterais’ desta teoria: precisamos de sistemas de Saúde, de Educação e de Justiça que deem a ideia de que o Estado faz mesmo falta. E eles existem e alguns funcionam bem e outros mal. Mas não é esse o conceito de Estado que, essencialmente, está nas iluminadas cabeças de boa parte dos deputados

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    (para Henrique Medina Carreira, um grande otimista que achava que isto podia ainda sempre piorar) A frase do título era do ontem falecido Medina Carreira, que foi ministro do PS e depois crítico constante das políticas seguidas pelo mesmo PS e, no geral, por toda a gente neste país. Serve, às mil maravilhas, para a situação atual do país e, particularmente, do Governo. É que, depois de meses de glória, chegou o tempo das tragédias. É sempre assim