Siga-nos

Perfil

Expresso

  • Todas as noites ouvem palmas. E não saem para as receber

    Sociedade

    Marta Gonçalves, Joana Beleza e Marcos Borga

    Foram mais de uma centena, quase duas. Hoje, só Cristina e João são profissionais na arte de “soprar o texto” (dizê-lo muito baixo, quase como um sibilar, sem lhe imprimir qualquer emoção ou intenção, quando o ator se esquece da fala). Deles quer-se discrição, quase invisibilidade. Os pontos estão a desaparecer, a profissão está a morrer. Esta quinta-feira estreia “Sopro”, uma peça sobre aqueles que são a luz que se acende no esquecimento do ator