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Expresso

  • Ele andou a correr atrás de Klinsmann no último Benfica-Bayern

    Tribuna

    PEDRO HENRIQUES (EX-JOGADOR DE FUTEBOL E ATUAL COMENTADOR DA SPORTTV)

    A última vez que o Bayern de Munique veio à Luz, em 1995, Pedro Henriques ficou com uma história para contar aos netos. O problema é que o conto que se segue não foi lá muito positivo: Pedro Henriques bem tentou deter o craque dos alemães, mas Jürgen Klinsmann bisou (já tinha marcado os quatro do 4-1 da 1ª mão) e o Benfica perdeu por 1-3. O antigo jogador do Benfica fala ao Expresso na primeira pessoa e antevê o Benfica-Bayern desta noite (19h45, RTP1)

  • Crónica de um Benfica-Bayern de outrora escrita por quem andava atrás de Klinsmann

    Diário

    Pedro Henriques (ex-jogador de futebol e atual comentador da SportTV)

    A última vez que o Bayern de Munique veio à Luz, em 1995, Pedro Henriques ficou com uma história para contar aos netos. O problema é que o conto que se segue não foi lá muito positivo: Pedro Henriques bem tentou detê-lo, mas o craque dos alemães, Jürgen Klinsmann, bisou (já tinha marcado os quatro do 4-1 da 1ª mão) e o Benfica perdeu por 1-3. O antigo jogador do Benfica escreve na primeira pessoa

  • Encaramos tudo com um sorriso?

    Presidenciais 2016

    Liliana Coelho e Expresso

    Há 40 anos, os debates televisivos assumiam-se como verdadeiros duelos, alguns comícios eram violentos e os candidatos andavam de megafone na mão, arrastando multidões nas ruas. “Não eram os comícios que convenciam as pessoas, mas as qualidades aleatórias dos candidatos”, lembra Joaquim Letria. Agora, com candidatos e eleitores separados pelo ecrã de um smartphone e computador, um like e uma partilha têm poderes inesperados, “mas não fazem ganhar ou perder eleições”. “Felizmente já estamos crescidos e percebemos que as redes sociais não elegem presidentes. Hoje em dia não somos tão instrumentalizados e não recebemos propaganda como antigamente. Encaramos tudo com um sorriso”, defende João Adelino Maltez. Viagem pelo que mudou em 40 anos de estratégias para ganhar campanhas presidenciais, que é também uma viagem pelo que mudou no país. “Hoje, os candidatos estão mais educados, não há quase nada para comentar”