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Expresso

  • “Isto é algo que nunca mais se deve repetir”

    Internacional

    Marta Gonçalves e Ana Baião

    Parte do mundo comoveu-se há uma semana e outra parte rejeitou nas suas fronteiras um barco com 629 pessoas bordo, que viriam a ser 630 após um nascimento. Mas uma semana tem mais do que sete dias na febre das notícias, provavelmente na sua vida, porque numa semana acontece tanto de novo para nos comovermos que acabamos por nos esquecer do que nos comoveu antes disso. Mas porque esta história não é igual às outras, há quem tenha dois pedidos a fazer: não se esqueçam que isto aconteceu; e que isto não se torne a repetir. Esta é a história do Aquarius, onde alguém cuja vida foi salva disse isto ao salvador: “É o melhor abraço que recebi desde há muito tempo”

  • “Os rankings agravam o fosso entre as escolas”

    Sociedade

    Joana Pereira Bastos

    Em entrevista ao Expresso, Carlinda Leite, investigadora sénior no Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Universidade do Porto, defende que a publicação de rankings com base nas notas dos exames nacionais tem aumentado a desigualdade entre as escolas e gerado o desânimo entre muitos professores.

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Um dia, antes da primeira volta das eleições francesas, escrevi um texto em que me considerei estupidamente otimista ao dizer que Macron seria o Presidente da França. Não estava convencido e ainda hoje me custa a crer que ele tenha sido vencedor na primeira volta e – consequentemente – na segunda, porque do outro lado estava Marine Le Pen. Macron tem ideias, tem programa, tem juventude, determinação e tolerância (recordam que quando ontem os seus apoiantes assobiavam Le Pen ele disse: “Não assobiem, convençam-nos!”)

  • O privilégio da tristeza

    Cultura

    Helena Bento

    Isto é difícil mas vale a pena, é intrincado mas delicado: “Arca”, o novo álbum do músico e produtor venezuelano Alejandro Ghersi, é um testemunho poderoso e corajoso sobre o amor, a morte, o desejo, a dor e a sexualidade

  • Mitos, factos, expectativas: o que se faz mesmo numa viagem de finalistas?

    Sociedade

    Marta Gonçalves

    Mafalda Neto: “As viagens de finalistas são boas mas perigosas”. Pedro Geadas: “Ninguém no perfeito juízo é um vândalo quando está na noite”. Catarina Cunha: “Não é mito: o álcool é realmente barato e as drogas leves são facilmente acessíveis, no entanto está longe de ser decadente”. Catarina Costa: “É a oportunidade perfeita para testarmos a nossa maturidade ”. Priscilla Rosa: “Um segurança andava pelos corredores a tentar criar distúrbios apenas para que os meus colegas se revoltassem e, consequentemente, lhes pudessem tirar a caução”. Cláudia Santana: “Tirando um ou outro excesso, como estragar uma casa de banho ou um grupo de alunos que esteve desaparecido durante algumas horas, não tivemos grandes problemas”. Depois de quase mil alunos terem sido expulsos de um hotel em Espanha, fomos ouvir o que se faz mesmo numa viagem de finalistas