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Expresso

  • Marcelo e Costa no Brasil: os momentos chave das celebrações

    Política

    Manuela Goucha Soares

    Depois do Porto, o Brasil. O Presidente da República e o primeiro-ministro inauguram as celebrações do 10 de Junho no Teatro Municipal de São Paulo, onde haverá Hino de Portugal, condecorações e concerto de Gisela João. No domingo assinam o protocolo de instalação da futura Escola Portuguesa naquela cidade. Segue-se o Rio de Janeiro com uma visita ao Real Gabinete Português de Leitura. Marcelo tem encontro previsto com Temer

  • Portugueses, andarilhos por vocação

    Política

    Isabel Paulo

    Após um dia e meio no Porto, Marcelo Rebelo de Sousa está de abalada para o Brasil, o país-irmão irá dar continuidade às Comemorações do 10 de junho, juntos das comunidades portuguesas de São Paulo e Rio de Janeiro

  • Portugal já tem espólio de Marcello Caetano

    Sociedade

    Manuela Goucha Soares

    Marcelo e Costa assistem no Rio de Janeiro à transferência simbólica da biblioteca do antigo chefe de Governo da ditadura. São mais de 20 mil livros que se encontravam nas instalações encerradas de uma universidade falida, e que vão ficar à guarda do Real Gabinete Português de Leitura

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Foi ontem à noite, mas já se adivinhava e, ademais, era promessa da campanha eleitoral. A retirada dos EUA do acordo de Paris é um erro, uma estupidez e uma imprudência. Digo-o com a consciência de que um setor fundamentalista do Ambiente pretende impor as suas visões ao mundo como quem impõe uma religião fanática

  • Televisão sem fronteiras

    Cultura

    João Miguel Salvador

    Faltará menos de um mês para haver 100 milhões de pessoas em todo o mundo ligadas ao Netflix. A empresa quer continuar a crescer e aposta agora na língua portuguesa e nos reality shows. Parece que o fim da televisão como a conhecemos vai ser transmitido em streaming

  • Milhões em risco

    Economia

    Anabela Campos e Isabel Vicente

    O festim da banca terá acabado, mas as dívidas ficaram e muitas não vão ser pagas. São milhares de milhões de euros de crédito. Os estragos continuam a minar a saúde dos bancos. Mas os grandes devedores não são todos iguais: uns esforçam-se por pagar, outros nem por isso

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Na entrega do Prémio Camões, Raduan Nassar questionou a legitimidade do governo brasileiro. Na cerimónia, Roberto Freire respondeu-lhe: “É um adversário recebendo um prémio de um governo que ele considera ilegítimo, mas não é ilegítimo para o prémio que ele recebeu.” O ministro da cultura brasileiro acredita que Raduan devia mostrar gratidão para com Temer e os seus ministros por causa de um prémio atribuído por um júri independente e pago pelos Estados brasileiro e português. Mesmo sabendo-se que nem sequer estavam no governo quando Raduan o decidiu aceitar. Talvez o seu homólogo português devesse dizer qualquer coisa. Um prémio partilhado por duas nações não pode ser usado e usurpado por um ministro de uma delas. Muito menos para tentar passar a ideia de que sua aceitação depende do silêncio político do premiado. Mas quem usurpa o poder por via de um golpe tende a ganhar-lhe o gosto. E olhando para o circo que foi o impeachment, também não espanta que tudo aquilo em que o governo de Temer toca se torne numa palhaçada