Siga-nos

Perfil

Expresso

  • Carolina votou em 1911. Foi a primeira e a República mudou a lei para impedir o voto feminino

    Sociedade

    Manuela Goucha Soares

    As eleições para a Assembleia Constituinte da I República colocaram Portugal na vanguarda do movimento sufragista. Carolina Beatriz Ângelo, médica, viúva e chefe de família, foi a primeira mulher a exercer o direito de voto em toda a Europa Central e do Sul. Fez uma leitura ousada da lei, que os homens republicanos não foram capazes de prever, e recorreu para a Justiça para conseguir recensear-se. O juiz Castro proferiu uma sentença revolucionária e ela foi a única mulher a votar. Em 1913, a República mudou a lei e interditou o voto das mulheres. No Dia Internacional da Mulher, o Expresso recorda esta sufragista portuguesa

  • Para lá de um mundo surdo

    Sociedade

    Marta Gonçalves, Joana Beleza e José Caria

    “Eu sei falar!”, surpreendeu-se Rodrigo. Este menino, de 12 anos, é surdo e, ao contrário do que se possa pensar, usa a voz diariamente. “A história do surdo-mudo é um mito”, dizem terapeutas e professores. Na escola Quinta de Marrocos, em Benfica, tenta-se estimular a oralidade dos alunos e orientá-los para um futuro e uma sociedade que não está preparada para os receber. Tudo isto sem nunca deixar de lado a Língua Gestual Portuguesa

  • Carolina votou em 1911. Foi a primeira e a República mudou a lei para impedir o voto feminino

    Política

    Manuela Goucha Soares

    As eleições para a Assembleia Constituinte da I República colocaram Portugal na vanguarda do movimento sufragista. Carolina Beatriz Ângelo, médica, viúva e chefe de família, foi a primeira mulher a exercer o direito de voto em toda a Europa Central e do Sul. Fez uma leitura ousada da lei, que os homens republicanos não foram capazes de prever, e recorreu para a Justiça para conseguir recensear-se. O juiz Castro proferiu uma sentença revolucionária e ela foi a única mulher a votar. Em 1913, a República mudou a lei e interditou o voto das mulheres

  • “A menina não irá andar nem falar e terá uma curta esperança de vida.” Não foi assim

    Internacional

    Liliana Coelho e Manuela Goucha Soares

    Ana Carolina Dias Cáceres nasceu com microcefalia, agora tão falada, temida e discutida devido ao vírus zika. Um dos médicos disse à mãe que a bebé nunca iria andar nem falar. Aos 24 anos, esta brasileira canta, toca violino e é licenciada em jornalismo. O Expresso falou com ela. “Calma: microcefalia é um nome feio, mas não é esse bicho de sete cabeças”