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Expresso

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna lampeira esta que todos os domingos irrompe por este sítio frequentado por intelectuais de alta estirpe, que são os seus leitores. Hoje descobriu uma coisa à moda de Cristóvão Colombo: o ovo e um Continente que já todos conheciam. É verdade! O Governo sócio-comuno-esquerdalho foi muito para além da troika. Penso que estão a tentá-lo apanhar na escola de Chicago ou, pelo menos, nos arredores da cidade

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Pronto. Mais um. Quatro mortos e dezenas de feridos; sete detidos por suspeita de envolvimento. Foi mais um, em Londres, um ano exato depois de em Bruxelas, no aeroporto, 35 mortos e cerca de 300 feridos. No 14 de Julho, festa da Revolução Francesa, houve 84 mortos e dezenas de feridos, mais de uma dúzia deles em estado muito grave. E há disto todos os dias pelo Afeganistão, pela Síria, pelo Iraque. E na Turquia e por todo o lado

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Foram os líderes europeus, e não a extrema-direita, que construíram o argumentário demagógico contra a razão de ser da União. Assim como deram, com o insulto e humilhação permanente, a que juntaram doses cavalares de sacrifícios, força à esquerda antieuropeísta nos países do sul. Como podem existir condições políticas para qualquer tipo de solidariedade europeia, de que a União dependeria para sobreviver, se os principais dirigentes europeus convencem os seus povos que as transferências de recursos para garantir a convergência correspondem a dar dinheiro a quem o vai torrar sem qualquer critério? Claro que Dijsselbloem tem de ser corrido por ter insultado vários povos ao mesmo tempo e, já agora, por ter sido escorraçado do poder pelos seus concidadãos. O que não serve para os holandeses não serve para os europeus. Mas não se julgue que isso muda alguma coisa. O que Dijsselbloem disse é que o europeu médio do norte pensa. Não apenas por preconceito xenófobo, mas porque foi isso que gente considerada moderada e europeísta lhes andou a vender nos últimos seis anos. Foram eles e não quaisquer radicais que mataram a União