Siga-nos

Perfil

Expresso

  • “A eleição de alguém como Trump aumenta a preocupação sobre o papel das cidades no crescimento verde”

    Sociedade

    Carla Tomás

    Em entrevista ao Expresso, o urbanista britânico Philipp Rode defende que “as cidades mais compactas podem ser as mais eficientes e sustentáveis desde que se projete e planeie de forma correta e inovadora”. O professor da London School of Economics é um dos oradores na conferência do Green Project Awards, que se realiza em Serralves na segunda-feira

  • “Mataria a minha mãe se Escobar o tivesse pedido”

    Arquivos Expresso

    Tiago Carrasco (texto) e Eduardo Leal (fotografias) em Medellín, Colômbia

    Assassinou 300 pessoas e planeou a matança de mais de 3000. Jhon Jairo Velásquez, conhecido por “Popeye”, foi chefe dos sicários de Pablo Escobar e o revólver mais temido do cartel de Medellín. Depois de 23 anos de prisão, conta ao Expresso os segredos do temível traficante colombiano - figura central de “Narcos”, uma das séries televisivas do momento Neste fim de semana em que nos despedimos de um ano e nos preparamos para outro, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente

  • “Sim, conseguimos!”

    Internacional

    Lusa

    Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e Rodrigo Londoño, conhecido como "Timochenko", número um das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), assinaram o acordo de 310 páginas no histórico Teatro Colón de Bogotá, cerca de dois meses após o acordo original ter sido rejeitado em referendo. No entanto, a ausência de um amplo consenso no país sobre o acordo poderá tornar ainda mais difícil a sua aplicação

  • O pacifista improvável

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    Juan Manuel Santos não foi sempre um candidato óbvio ao Nobel da Paz – e menos óbvio se tornou no início deste mês, quando a população colombiana chumbou um acordo de paz com as FARC que parecia demasiado brando para com os guerrilheiros. Certo é que desde o início da carreira política que o presidente colombiano, nascido numa família influente e poderosa na política do país, “nunca se afastou do caminho que leva ao palácio presidencial” – mesmo quando isso o envolveu em graves crises diplomáticas e escândalos nos ministérios que liderou. Ele garante que “só quer fazer o que está certo” – a paz será o objetivo, “até ao último dia da presidência”. Esta sexta-feira, soube o mundo, o Nobel da Paz foi mesmo para ele