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Expresso

  • A arte como salvação

    Cultura

    Katya Delimbeuf

    Para sobreviver ao horror, ao impossível, alguns presos de Auschwitz escaparam pela arte. Desenharam e pintaram a dureza do campo de concentração, ou paisagens que nada tinham a ver com ele. Nesses instantes, eram livres. A exposição dessas 2000 obras de arte pode ser vista em Cracóvia, até 19 de novembro, no Museu de Auschwitz.

  • O nome do pai

    Sociedade

    Luciana Leiderfarb

    Como é chamar-se Himmler, Göring ou Höss? O que se faz quando um pai, um tio ou um avô foi um assassino nazi? Relato de cinco descendentes que carregam o fardo da sua linhagem. No dia em que a jornalista Luciana Leiderfarb foi distinguida com o prémio Gazeta de Imprensa, o Expresso republica o trabalho “O nome do pai”

  • Tribunal da Alemanha abandona caso contra antigo enfermeiro de Auschwitz

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Procuradoria de Neubrandenburg recomendou anulação do caso por causa do estado avançado de demência de Hubert Zafke, agora com 96 anos. Em 1944, o enfermeiro trabalhou um mês no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau; estava a ser julgado desde o início de 2016 por ter contribuído para as execuções de 3681 pessoas. Mais de um milhão de prisioneiros, na sua maioria judeus, foram mortos naquele campo até 1945

  • O nome do pai

    Arquivos Expresso

    Luciana Leiderfarb

    Como é chamar-se Himmler, Göring ou Höss? O que se faz quando um pai, um tio ou um avô foi um assassino nazi? Relato de cinco descendentes que carregam o fardo da sua linhagem Neste fim de semana em que celebramos a família e nos preparamos para o ano que há de vir, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    O historiador Chris Whitehead refere-se à memória e representação pública do Holocausto como “horror confortável”. A expressão pode ser chocante mais é adequada. É o estatuto de excepcionalidade que permite tornar o Holocausto confortável para todos. As pessoas sabem como se relacionar com o Holocausto.Ele acaba por ser usado como foco de todo o sofrimento e culpa, evitando novos temas (presentes ou passados) que, para um europeu que não seja alemão, podem ser mais embaraçantes. O debate europeu sobre o cosmopolitismo, multicuralismo e nacionalismo é estéril se ignorar a história colonial da Europa. Mesmo que seja incrivelmente confortável não o fazermos e deixarmos todo o fardo da culpa em cima dos ombros alemães. O sentimento de culpa alemã teve a enorme vantagem de os prevenir contra as suas pulsões xenófobas. Teve a enorme desvantagem de dar aos restantes europeus um falso sentimento de superioridade moral, que não os defendeu dos seus próprios fantasmas. Como temos visto