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  • Benjamim faz a música, Rita Blanco está farta de ser atriz e Sobrinho Simões quer entreter a morte: edição 100 da Beleza das Pequenas Coisas

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Este é um episódio de celebração que comemora 100 conversas em podcast. E que contou com uma locução de Augusto Seabra, a voz do Expresso e da SIC, uma música original de Benjamim, tão simples quanto bela, ilustrações de Ana Gil e até um enorme bolo para soprarmos as 100 velas. E como é um episódio especial contou com uma dupla também especial: a atriz Rita Blanco e o professor e investigador Manuel Sobrinho Simões. “Sempre lhe achei graça. Ela tem muita curiosidade, que é uma coisa que nos liga muito. E tem lata em perguntar, e eu também tenho”, diz Sobrinho Simões. “Acho que é mais do que lata, temos gosto em comunicar com os outros. Conheci-o num casamento e fiquei encantada. Tenho uma enorme admiração por si e, ainda por cima, é giro”, conta a atriz. “A Beleza das Pequenas Coisas” é centenária

  • Júlia Pinheiro: “‘A Noite da Má Língua’ deixou-me uma bactéria perigosa. Acredito no lado justiceiro da televisão”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Foi há 23 anos que Júlia Pinheiro apresentou o programa que dessacralizou a forma como se falava da classe política na televisão, ao lado de um painel de ilustres personagens de cabeça fascinante e língua afiada. Eram eles Miguel Esteves Cardoso, Rita Blanco, Rui Zink e Manuel Serrão. “A pena que eu tive de não haver ‘A Noite da Má Língua’ agora, com os escândalos todos dos bancos. Doeu-me tanto...”. Uns bons anos antes, foi a visita do Papa João Paulo II a Lisboa, e em particular o fascínio de observar o repórter que o acompanhava, que a fez trocar a antropologia pelo jornalismo. Ao longo do seu percurso já fez um pouco de tudo na rádio e na ‘caixinha mágica’. Do ‘trash’ ao jornalismo justiceiro, aquele que muda vidas, como o que faz diariamente no programa “Queridas Manhãs”, na SIC. Júlia é a nossa Oprah. Mas sem poder entregar carros ao público. “Não temos essa escala. Mas quando consigo resolver alguns problemas dos meus entrevistados vou mais contente para casa.” Nesta conversa, Júlia fala das suas escolhas, do passado, dos filhos e das ‘armadilhas’ da maternidade, do futuro da televisão, das músicas que a acompanham e do que ainda sonha fazer. “Num programa sem palmas e sem [ter de anunciar o número] 760, eu era muito feliz.” Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Rita Blanco: “Enquanto vivo outras vidas distraio-me da minha própria morte”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    É uma das nossas melhores atrizes. Ao longo do seu caminho já foi muitas mulheres no cinema, no teatro e na televisão . “Estou velhinha de viver tantas vidas tão intensamente.” Fora dos palcos, Rita Blanco detesta as máscaras dos outros — a ‘teatra’ do quotidiano — e usa o humor para as desarrumar, para lhes encontrar um lado mais genuíno. “As pessoas protegem-se demasiado, raramente são verdadeiras. E quando não consigo comunicar com elas sai-me o ‘alien’ e fico disparatada e provocadora.” Aos 54 anos, a atriz diz que largou carga e está mais serena. “Já não me preocupa o que os outros acham de mim, nem preciso ser amada por todos. Já só preciso de poucas pessoas e poucas coisas perto de mim”. Uma conversa de verdade, que passa pelas angústias de ser mãe de uma adolescente, o amor aos animais, a tristeza pelo fim do Teatro da Cornucópia ou o momento em que esteve prestes a ser apresentada como a nova ‘chica’ para o realizador Pedro Almodôvar. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”