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Expresso

  • Ana Moura: “Foi com Prince que perdi os meus maiores medos”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    É a artista portuguesa mais internacional da atualidade. O seu sentir é de fadista, mas há nela uma energia de estrela rock que lhe assenta tão bem e a juntou em tempos aos Rolling Stones e, mais tarde, a Prince. Um dos maiores artistas do reinado da pop revelou-se o seu maior fã e chamava-a mesmo ‘Our Queen’. Depois de “Desfado”, o seu disco mais platinado de sempre, Ana Moura regressa agora aos palcos do Coliseu de Lisboa (dia 14 de outubro) e do Porto (dia 21) para celebrar a tripla platina de “Moura”, um disco onde se reinventou e se mostrou livre das amarras do fado. “Perdi o medo dos julgamentos. Estou cansada de toda a gente ter uma opinião sobre mim e o meu futuro.” O futuro à deusa Moura pertence que numa conversa emotiva recorda os tempos de menina, o disco de rock que gravou aos 18, as noites longas nas casas de fado, a solidão que a acompanhou durante anos e o encontro com Prince que lhe mudou a atitude para a vida e para a música. E ainda há um ‘fado que não é bem fado’, de Cartola, que canta à capela em exclusivo para o Expresso. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Cultura

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • À maneira dele

    Diário

    Jorge Lopes

    38 anos na companhia de Prince, um revolucionário que não era homem nem mulher; era uma coisa que nunca ninguém compreenderá

  • O desfado de uma moura

    Sociedade

    Cristina Margato e Ricardo Marques (textos), João Lima e Tiago Miranda (fotogarafias) e Gabriela Pinheiro (produção)

    A fadista que mais vende em Portugal tem disco novo. Aos 36 anos, Ana Moura sente-se mais perto do fado do que nunca, mas avança por novos caminhos e sonoridades. O Expresso entrevistou-a na véspera de partir para a Austrália e acompanhou-a no dia do último concerto de “Desfado”, que encheu o Casino Lisboa. Foi também a primeira noite de “Moura”