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Expresso

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Cultura

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • À maneira dele

    Diário

    Jorge Lopes

    38 anos na companhia de Prince, um revolucionário que não era homem nem mulher; era uma coisa que nunca ninguém compreenderá

  • O desfado de uma moura

    Sociedade

    Cristina Margato e Ricardo Marques (textos), João Lima e Tiago Miranda (fotogarafias) e Gabriela Pinheiro (produção)

    A fadista que mais vende em Portugal tem disco novo. Aos 36 anos, Ana Moura sente-se mais perto do fado do que nunca, mas avança por novos caminhos e sonoridades. O Expresso entrevistou-a na véspera de partir para a Austrália e acompanhou-a no dia do último concerto de “Desfado”, que encheu o Casino Lisboa. Foi também a primeira noite de “Moura”