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Expresso

  • João Quadros: “Prefiro destruir os poderosos do que pôr as pessoas a rirem-se da profunda tragédia dos outros”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    É talvez o mais destravado e livre dos argumentistas portugueses. O seu humor não é nada manso e funciona como uma purga sobre os temas e personagens da atualidade que o incomodam. João Quadros é o autor de muitos dos textos de comédia que têm marcado a televisão e a rádio nas últimas décadas. O popular sketche “Eu É Que Sou o Presidente da Junta”, eternizado por Herman, saiu da sua cabeça, mas é Bruno Nogueira o seu parceiro do humor desde há muito. Quadros fala dos ódios de estimação – como Fátima, Cavaco Silva e Passos Coelho, a relação com o Twitter, as dores do coração, os limites do humor e as suas convicções à esquerda. “Não há gajos de direita a fazer humor. Não têm jeito...” Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna literária, sempre disposta a ler resumos de calhamaços, não podia deixar passar incólume as 848 páginas que esse Pico da cultura portuguesa que á Alberto João Jardim dedicou ao maior madeirense de sempre – Alberto João Jardim. O tomo chama-se ‘Relatório de Combate’, mas infelizmente, por muito que víssemos resumos e até nos dessemos ao trabalho de folhear um pouco o livro, não encontrámos quem queira combater contra ele. Trata-se, pois, de obra insólita: um combate do autor contra si próprio e, por vezes, contra o português, com ou sem Acordo Ortográfico

  • Alberto João Jardim: “Passos Coelho prejudicou o PSD e prejudicou o país”

    Política

    Reinaldo Serrano (texto), Gregório Cunha (fotos)

    Dois anos depois de ter deixado o Governo da Madeira, e da sua reforma política, a língua e a pena de Alberto João Jardim continuam afiadas. Ao lançar uma biografia política com as memórias destes últimos 40 anos, o antigo homem forte do PSD Madeira é entrevistado por Reinaldo Serrano, numa conversa que pode ler este sábado no Expresso ou ver na SIC. Aqui ficam algumas das principais tiradas dessa conversa

  • Alberto João Jardim: “Passos Coelho prejudicou o PSD e prejudicou o país”

    Diário

    Reinaldo Serrano (texto), Gregório Cunha (fotos)

    Dois anos depois de ter deixado o Governo da Madeira, e da sua reforma política, a língua e a pena de Alberto João Jardim continuam afiadas. Ao lançar uma biografia política com as memórias destes últimos 40 anos, o antigo homem forte do PSD Madeira é entrevistado por Reinaldo Serrano, numa conversa que pode ler este sábado no Expresso ou ver na SIC. Aqui ficam algumas das principais tiradas dessa conversa

  • Política

    Isabel Paulo

    Líder do PSD sobe ao Porto, sábado, para a apresentação oficial do candidato autárquico, o independente Álvaro santos Almeida. Na cerimónia estarão presentes Rui Rio, Marco António Costa, Paulo Rangel, Aguiar Branco, Amândio de Azevedo e Pedro Duarte

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Esta coluna que não deixa escapar a cabeça de um alfinete no meio de um palheiro, ou vá lá de um espigueiro, reparou que aquelas agências de rating, façamos o que façamos, estão sempre a meter-nos no lixo. Ora, em Portugal toda a gente sabe que a crise acabou e que vamos de vento em popa, pelo que não se compreende tal atitude

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Porque foi reconduzido Carlos Costa? Porque o governador aceitou empurrar com a barriga todos os problemas da banca, incluindo os do BES e do Banif, para garantir a fraude da “saída limpa”. Porque aceitou fazer de Portugal uma cobaia europeia para a resolução de bancos, com a catastrófica experiência para resolver o imbróglio do BES, que seremos nós, e não os visionários loucos de Bruxelas, a pagar. Porque fez uma gestão política da solução para o Novo Banco que, muito mais do que os interesses do Estado, teve em conta o calendário eleitoral. Porque se comportou, no Banco de Portugal, como um comissário político. A sua renomeação, contra um quase consenso nacional, correspondeu ao pagamento de favores políticos. Poderemos ter de aceitar que é inevitável o risco de o deixar levar o mandato até ao fim. Mas não nos obriguem a embarcar na fantasia da sua independência. E muito menos, da sua competência