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Expresso

  • É possível falar deste homem sem usar a palavra “triste”?

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    Em “Hey, Mr. Ferryman”, novo disco que lhe merece comparações a Leonard Cohen, Mark Eitzel canta os grandes temas da vida com a necessária melancolia e uma pontinha de otimismo. Mas só uma pontinha mesmo. E sim, ainda há canções de amor: “Ela amava o seu homem demasiado / E adoravam portar-se mal / Ela era um relâmpago / E se brilhares demasiado, desapareces”

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Não foi um cantor que morreu; nem um músico, nem um literato, nem um poeta. Foram quatro génios em um só. Desde que escreveu os seus primeiros poemas e romances, que foram aclamados pela crítica, passando por ganhar o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura (bem mais inteligente este júri que os da Academia do Nobel), até ao seu último trabalho musical, no mês passado, Cohen foi um completo homem do renascimento, ele próprio um príncipe

  • Estou pronto, Senhor

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    Leonard Cohen foi um cavalheiro até na hora da sua morte – sabendo que o choque da partida seria imenso, fez questão de explicar que “estava pronto” e que “as coisas espirituais tomaram o seu lugar”. A preparação não torna a sua ausência mais fácil, mas consolemo-nos a pensar que ele e Marianne já devem estar juntos em qualquer parte, “a rir e a chorar de tudo, mais uma vez”

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Não foi um cantor que morreu; nem um músico, nem um literato, nem um poeta. Foram quatro génios em um só. Desde que escreveu os seus primeiros poemas e romances, que foram aclamados pela crítica, passando por ganhar o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura (bem mais inteligente este júri que os da Academia do Nobel), até ao seu último trabalho musical, no mês passado, Cohen foi um completo homem do renascimento, ele próprio um príncipe

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Cultura

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem

  • Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen?

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    A pergunta tem razão de ser – a poesia melancólica de Cohen tem marcado gerações, mas o recém-lançado décimo quarto álbum de estúdio, “You want it darker”, relembra-nos da maestria do músico na hora de compor (e de dizer adeus, seja às suas mulheres, à religião ou aos fãs). Ele garante que está “pronto para morrer” no ábum que a Rolling Stone descreve como “o mais obscuro de Cohen”; quem o ouve tem a certeza de que a tristeza e as despedidas nunca soaram tão bem