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Expresso

  • As Marias são rapazes e os rapazes também choram

    Sociedade

    Bernardo Mendonça e Ana Baião

    A propósito da acesa polémica aberta sobre os dois livros de exercícios, diferenciados para rapazes e raparigas, lançados pela Porto Editora e que vão sair do mercado por recomendação da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, republicamos um trabalho saído na Revista E, em outubro de 2015, que aborda esta questão. O género conta cada vez menos

  • Clint, o homem que se fartou (e quando ele se farta costuma haver celeuma)

    Cultura

    Mariana Lima Cunha

    O mundo conhece-o como um aclamado realizador e ator, vencedor de óscares e republicano convicto. Em tempos, Clint Eastwood foi autarca – recebia um salário de 200 dólares e conseguiu construir uma gelataria na sua cidade natal. A política nunca deixou de fazer parte da sua vida e em 2012 protagonizou um estranho discurso que envolvia uma cadeira vazia e piadas sobre Obama. Agora, Eastwood voltou a falar de política para atacar quem ataca a forma como Donald Trump diz as coisas. “Estamos numa geração de mariquinhas”, sustenta o cineasta, que se considera parte da “gente que está farta do politicamente correto”. Estas declarações têm uma semana, criaram celeuma e ainda se fala delas - mais uma prova de que Eastwood é um homem global (logo tremendamente influente e particularmente político)

  • Clint, o homem que se fartou (e quando ele se farta costuma haver celeuma)

    Diário

    Mariana Lima Cunha

    O mundo conhece-o como um aclamado realizador e ator, vencedor de óscares e republicano convicto. Em tempos, Clint Eastwood foi autarca – recebia um salário de 200 dólares e conseguiu construir uma gelataria na sua cidade natal. A política nunca deixou de fazer parte da sua vida e em 2012 protagonizou um estranho discurso que envolvia uma cadeira vazia e piadas sobre Obama. Agora, Eastwood voltou a falar de política para atacar quem ataca a forma como Donald Trump diz as coisas. “Estamos numa geração de mariquinhas”, sustenta o cineasta, que se considera parte da “gente que está farta do politicamente correto”. Estas declarações têm uma semana, criaram celeuma e ainda se fala delas - mais uma prova de que Eastwood é um homem global (logo tremendamente influente e particularmente político)