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  • Os deserdados

    Arquivos Expresso

    Daniel Oliveira

    Donald Trump falou para os trabalhadores que ficaram para trás. Aqueles que a esquerda desistiu de representar. Para lhes prometer que voltariam a controlar as suas próprias vidas. Como os partidários do ‘Brexit’ e Le Pen fizeram Neste fim de semana em que celebramos a família e nos preparamos para o ano que há de vir, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Reduzir a dependência dos norte-americanos de combustíveis fósseis implica uma revolução sem precedentes. O funcionamento da sociedade norte-americana, da organização das suas cidades à economia, das suas comunicações e infraestruturas à mobilidade dos trabalhadores e das famílias, depende do combustível barato. Só um líder político absolutamente empenhado pode tentar, e ainda assim com enormes dificuldades, mudar a mentalidade do país para salvar o planeta, os humanos que nele habitam e, já agora, os cidadãos que representa. Se não houver uma mudança radical chegaremos, em poucas décadas, a um ponto de não-retorno. Ter à frente do país mais poderosos do mundo, o segundo que mais contribuiu para o problema e um dos que menos faz para o resolver alguém que ainda nega a existência das alterações climáticas poderá significar um recuo de uma década ou, pelo menos, ficar tudo parado mais cinco ou dez anos. É um crime contra todos nós, contra os nossos filhos, netos e todas as gerações que nos sucederão

  • “Investigação a Hillary, agora, é sabotagem política”

    Diário

    Numa entrevista exclusiva ao Expresso, o republicano Richard Painter, ex-membro da Administração de George W. Bush, onde exerceu o cargo de chefe do Conselho de Ética da Casa Branca, explica porque interpôs a primeira queixa oficial contra o diretor do FBI, James Comey, por abuso de poder e violação da lei Hatch Act. Em causa está a reabertura da investigação aos emails de Hillary Clinton, a poucos dias das presidenciais americanas.

  • “Parecia que a cidade estava coberta de neve. E de repente as torres caíram”

    Internacional

    Joana Azevedo Viana

    Com elas ruiu uma era e começou outra. Um homem em tempos apoiado pelos EUA na guerra contra os soviéticos mobilizou células para desviar os aviões que embateram contra as Torres Gémeas e o Pentágono, faz este domingo 15 anos. Foi a primeira vez na História que o território norte-americano foi atacado. Morreram quase três mil pessoas. Tudo o que aconteceu a seguir, da invasão do Iraque ao surgimento do Daesh e à fuga de centenas de milhares de pessoas do Médio Oriente para a Europa, é uma herança daquele dia. Ao Expresso, sobreviventes recordam o que sentiram há 15 anos e especialistas enquadram a instabilidade dos nossos dias no calendário da “Guerra contra o Terrorismo”, que Bush lançou logo em 2001