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  • Eduardo Gageiro: “Tenho pena de não ter fotografado Salazar a cair da cadeira. No caixão ele parecia um abutre”

    Podcasts

    Chamam-lhe o “fotógrafo do povo e da revolução”. Ele confessa-se “um homem de coragem por trás de uma máquina”. Aos 82 anos, Eduardo Gageiro conta a sua história e as histórias do país que documenta desde os 12 anos, quando tomou de empréstimo uma máquina de plástico do irmão. Numa época em que ser fotógrafo de jornais era tantas vezes ser um mero “bate-chapas” do sistema, Gageiro arriscou ir além: revelou o Portugal a preto e branco de Salazar, a tragédia das cheias de 1967 (que aconteceu há 50 anos), esteve na linha da frente do 25 de Abril, registou o atentado nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, ou as glórias de Eusébio e Amália. Nesta conversa, Gageiro faz contas à vida, à doença e à solidão, assume um certo mau feitio, mas assegura que “nunca foi mau para ninguém” e espera “durar mais dois anitos” para ver a inauguração da sua Casa da Imagem. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Celeste Rodrigues, aos 94 anos: “A vida todos os dias é uma aventura. Gostava de chegar aos 100 e gravar um último disco”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Celeste Rodrigues, fadista, irmã de Amália, continua a cantar aos 94 anos e a deliciar os que a ouvem com a profundidade da sua voz que tem tudo: sentimento, beleza, emoção e sabedoria. A sua história é maior do que a vida, e é sempre arrepiante assistir à maneira como se entrega de cada vez que sobe ao palco ou atua numa casa de fados. Foi nos anos 50 que Celeste atingiu a notoriedade com o tema ‘Olha a Mala’. “Nessa altura deixei de ser chamada ‘a irmã da Amália’. Passei a ser a ‘olha a mala’.”, brinca. Êxitos à parte, Celeste garante que ‘no fado não há mortos nem caídos’ e quer ser recordada mais como ser humano do que como artista. “Nunca tive ambição. Nem a Amália teve. Nunca pensámos ser artistas. Aconteceu tudo de improviso. Ela porque tinha uma voz fantástica. E a minha não é desagradável. Não acordo ninguém. Embalo. É o segredo.” Um episódio especial para ouvir no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • Os inéditos do falso fácil

    Cultura

    Nelson Marques

    No dia em que chega às livrarias portuguesas “Poesias Completas & Dispersos” de Alexandre O'Neill, a organizadora do extenso volume, Maria Antónia Oliveira, investigadora e biógrafa do escritor, fala ao Expresso sobre a obra, que inclui sete poemas inéditos (pode ouvir dois deles neste artigo)

  • Os inéditos do falso fácil

    Diário

    Nelson Marques

    No dia em que chega às livrarias portuguesas “Poesias Completas & Dispersos” de Alexandre O'Neill, a organizadora do extenso volume, Maria Antónia Oliveira, investigadora e biógrafa do escritor, fala ao Expresso sobre a obra, que inclui sete poemas inéditos (pode ouvir dois deles neste artigo)

  • Sérgio Praia, o ator que se atreve a ser António Variações

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Prepare-se para ver António Variações como nunca o viu. Ou melhor, o ator Sérgio Praia vai interpretar no teatro o inventor da pop nacional e ajudar a deslindar o mistério que envolveu a vida e a música do cantor e barbeiro com nome de santo e obra de génio. A peça “Variações, de António”, com texto e encenação de Vicente Alves do Ó, tem estreia marcada para dia 24 de junho no Teatro-Estúdio Mário Viegas, em Lisboa e recria um dia na vida de António um ano antes da sua morte. Este é o mote para uma conversa íntima e emocional com Sérgio que promete surpreender e inspirar. Corações ao alto para ouvir este episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”