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Expresso

  • As visões que o Estado Novo silenciou

    Multimédia Expresso

    Carlos Alberto diz que viu Nossa Senhora nove vezes. O caso encheu as primeiras páginas de muitos jornais nacionais. O vidente tinha 11 anos, foi observado por psiquiatras, esteve na casa do diretor da cadeia de Alcoentre e foi inquirido por autoridades civis e religiosas. A censura proibiu a circulação de um livro que relata o sucedido e a PIDE abriu um processo, pouco depois de Portugal ter perdido um enclave do império colonial na então Índia portuguesa. A primeira visão foi a 16 de maio de 1954. Para assinalar os 64 anos desta visão, o Expresso republica esta reportagem multimédia sobre um culto que está vivo e todos os meses leva uma romaria de crentes à Asseiceira

  • Caminhos de um vencedor

    Arquivos Expresso

    Manuela Goucha Soares

    Faltou a um encontro com Salazar, apesar de ficar para a história como o grande industrial do regime. A indústria foi a grande paixão da sua vida. Construiu um império baseado no cimento e no aço. Perdeu-o com as nacionalizações, reergueu-o no Brasil. No regresso a Portugal entrou no sector financeiro com a Mundial Confiança e Banco Sotto Mayor. Quando morreu surpreendeu a família e os detratores com a doação de parte da fortuna para uma fundação científica que promove a saúde e batalha na luta contra o cancro. António Champalimaud, o homem que teve ‘sete vidas’, nasceu há 100 anos

  • As visões que o Estado Novo silenciou

    Multimédia Expresso

    Carlos Alberto diz que viu Nossa Senhora nove vezes. O caso encheu as primeiras páginas de muitos jornais nacionais em 1954. O vidente tinha 11 anos, foi observado por psiquiatras, esteve na casa do diretor da cadeia de Alcoentre e foi inquirido por autoridades civis e religiosas. A censura proibiu a circulação de um livro que relata o sucedido e a PIDE abriu um processo, pouco depois de Portugal ter perdido um enclave do império colonial na então Índia portuguesa. O culto continua, 63 anos depois

  • A náusea

    Sociedade

    Valdemar Cruz

    “Quando Portugal Ardeu” é uma dolorosa e inovadora descida ao inferno profundo dos bastidores da rede bombista de extrema-direita nos idos de 1975/76

  • Esta noite sonhei com Pomar

    Cultura

    Valdemar Cruz

    A censura salazarista mandou tapar os murais concebidos por Júlio Pomar para o cinema Batalha. Ao reactivar o edifício, a CM do Porto pode e e deve tentar chegar a acordo com o pintor para recuperar os frescos como forma de resgatar a memória de um passado mutilado

  • O liceu resistente com mais de 100 anos que luta para não ver o fim

    Sociedade

    André Manuel Correia e Lucília Monteiro

    A Escola Secundária Alexandre Herculano tem uma longa história de resistência e luta para não ver o fim. Esta manhã foi fechada porque chovia lá dentro, decisão tomada pela direção do estabelecimento do Porto onde estudaram, entre outros, Manuel Alegre e Rui Reininho. Ambos contaram as principais memórias que guardam do antigo liceu, numa reportagem publicada no Expresso Diário em agosto do ano passado e que agora recuperamos