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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Podia ser sobre a Economia, sobre o Estado Social ou sobre muitos aspetos em que ainda estamos longe da média europeia. Mas é sobre algo mais prosaico, embora importante (pelo menos mais importante do que um jantar no Panteão), no qual nos saímos bastante mal. O assunto tem dignidade de topo da primeira página de hoje em jornais como o ‘El País’ ou de manchete como no francês ‘Le Fígaro’, em Portugal mal se ouve falar. Que se passou então? Citemos o jornal francês: “A Europa da Defesa quer emancipar-se dos EUA”. Ou o espanhol: “A maioria dos 28 estreitam a cooperação militar”. Qual o problema? É que dos 23 países subscritores falta Portugal

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ao ouvir e a ler os relatos do discurso de Jerónimo de Sousa, ontem no Coliseu de Lisboa comemorando os 100 anos da Revolução russa, fiquei com a impressão que já nem o PCP é leninista. Jerónimo falou que nem um ‘menchevique’, daí que o hino (e o jornal) do partido devesse mudar de ‘Avante’ para ‘Aguenta’

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Não sei se têm a mesma sensação do que eu, de que vivemos num país estranho, formado por contrastes muito vincados. O Governo parece, neste momento, só ter olhos para a WebSummit (e provavelmente com razão, porque é o maior acontecimento mundial do género); o Presidente só se preocupa com as vítimas dos incêndios e com a reconstrução do que foi destruído (e também faz bem porque foi o maior desastre que nos atingiu nos últimos largos tempos). O maior partido da Oposição, com dois candidatos, janta e faz esclarecimentos; o Bloco pede explicações para a legionella e o PCP comemora os 100 anos da Revolução de Outubro

  • Comissão Política #7: Como gerir esta geringonça

    Podcasts

    Catarina Martins deseja mais do que acordos de mínimos, Francisco Louçã quer um tango a três, mas o PCP parece não querer nem máximos, nem trios. Nas autarquias, o PCP já avisou que não quer nada com o PS. E agora, António Costa? Até ver, o PM muda de ministro da Economia quase sem se dar por isso. O resto, logo se vê. Nesta Comissão Política ainda falamos do estado em que estão as entidades reguladoras e outras coisas estranhas. "Stranger Things"...

  • DGS confirma 26 casos de legionela

    Sociedade

    Expresso

    Ministro da Saúde não descarta que algo tenha falhado na prevenção do surto de legionela, já com 26 casos diagnosticados, número que admite possa aumentar nos próximos 10 dias, o período de incubação. Adalberto Campos Fernandes já pediu relatório independente para apurar as causas

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O documento fundamental para as nossas economias e para a Economia do país foi hoje apresentado. Resulta de uma cuidadosa reunião de ingredientes, alguns exóticos, provenientes dos mais longínquos espetros políticos. Junta-se um pouco de demagogia, um q.b. de cedências e uma boa dose de ‘carrega aí em impostos de que ninguém se lembra’. Mexe-se tudo, atormentando devidamente um ministro das Finanças que, mal ou bem, ainda tem de convencer os parceiros europeus (coisa em que já deu provas mais que positivas) e serve-se com um sorriso de vitória do primeiro-ministro. Aos parceiros deixa-se também um ar vitorioso que não desdenham, e no fim está tudo contente

  • Até onde está a conseguir a esquerda puxar o Orçamento para 2018?

    Política

    Aumento da progressividade no IRS, com dois novos escalões, e aumento no patamar de isenções de pagar IRS, até aos 925 euros brutos por mês, são duas vitórias que BE e PCP se preparam para reclamar no Orçamento para 2018. Mas muitas das negociações em curso deverão ser adiadas para o último orçamento da legislatura, em 2019. Porque, como avisou António Costa, “é preciso saber a medida do passo”

  • Até onde está a conseguir a esquerda puxar o Orçamento para 2018?

    Diário

    Aumento da progressividade no IRS, com dois novos escalões, e aumento no patamar de isenções de pagar IRS, até aos 925 euros brutos por mês, são duas vitórias que BE e PCP se preparam para reclamar no Orçamento para 2018. Mas muitas das negociações em curso deverão ser adiadas para o último orçamento da legislatura, em 2019. Porque, como avisou Costa, “é preciso saber a medida do passo”.