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Expresso

  • 2016: um ano de sala cheia

    Cultura

    Luís Proença

    O ritual começa pela escolha do filme. Por vezes, e tantas vezes, também da companhia. E qual é a sala? A que horas? E ainda há bilhetes para essa sessão? Vencidas as dúvidas e tomadas as decisões, com mais ou menos frenesim, chega a momento da luz começar a baixar até ficar escuro na sala - e o grande ecrã impõe-se-nos. A história em movimento começa a ser projetada como doutra forma não se pode ver, nem ouvir – os diálogos, a música, os efeitos sonoros tão vívidos e intensos que nos assaltam, enfiados no conforto de um cadeirão à medida do momento