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Expresso

  • Neste Europeu não se joga à bola, canta-se

    Sociedade

    Marta Gonçalves

    Era espetáculo que movia multidões. Todos os anos, o ritual era quase sempre o mesmo: chegava à hora do Festival da Canção, os mais novos largavam as brincadeiras de rua e corriam para casa. Em frente ao televisor, miúdos e graúdos ouviam com atenção cada uma das músicas e, alguns, desafiavam o sono ao esperar pelos resultados das votações. Nos últimos anos, as audiências do certame caíram. Apesar disso, todos os anos Sérgio, Joana e Jessica não falham a emissão. Todos eles têm 20 e poucos anos e não viveram período áureo do programa, mas isso não os impede de serem fãs. No dia em que arranca mais uma edição da Eurovisão ( e em que Salvador Sobral sobe ao palco dos sonhos), republicamos um texto com a histórias, loucuras, rituais e sofrimento do verdadeiro eurofã

  • No Europeu deles não se joga à bola, canta-se

    Sociedade

    Marta Gonçalves

    Era espetáculo que movia multidões. Todos os anos, o ritual era quase sempre o mesmo: chegava à hora do Festival da Canção, os mais novos largavam as brincadeiras de rua e corriam para casa. Em frente ao televisor, miúdos e graúdos ouviam com atenção cada uma das músicas e, alguns, desafiavam o sono ao esperar pelos resultados das votações. Nos últimos anos, as audiências do certame caíram. Apesar disso, todos os anos Sérgio, Joana e Jessica não falham a emissão. Todos eles têm 20 e poucos anos e não viveram período áureo do programa, mas isso não os impede de serem fãs. Têm rituais para ver o espetáculo e sofrem quando a sua canção favorita não recebe os pontos mais altos. Há quem já tenha feito uma viagem de 24 horas só para ver de perto a final internacional e até quem tenha ido à inauguração do busto de Madalena Iglésias aqui bem mais perto