Siga-nos

Perfil

Expresso

  • Até onde está a conseguir a esquerda puxar o Orçamento para 2018?

    Política

    Aumento da progressividade no IRS, com dois novos escalões, e aumento no patamar de isenções de pagar IRS, até aos 925 euros brutos por mês, são duas vitórias que BE e PCP se preparam para reclamar no Orçamento para 2018. Mas muitas das negociações em curso deverão ser adiadas para o último orçamento da legislatura, em 2019. Porque, como avisou António Costa, “é preciso saber a medida do passo”

  • BE “modesto”, mas com “uma grande novidade em Lisboa” chamada Robles

    Autárquicas 2017

    Marta Gonçalves e José Caria

    O Bloco de Esquerda tinha um objetivo claro: conseguir eleger um vereador para a Câmara de Lisboa. Conseguiu. A noite foi de expectativa, de muitas palmas e sorrisos. Nas autárquicas de 2013, o partido perdeu a única câmara que tinha (Salvaterra de Magos), esta noite não a recuperou nem assegurou nenhuma autarquia. “Um resultado modesto”, com um partido “ainda com muito para aprender”. Mas o BE conseguiu anda outro objetivo: “um mau resultado da direita”, que “prova que há outra possibilidade do que o caminho do empobrecimento”

  • “Polaco, o terrível” que quer ganhar uma câmara em Portugal

    Autárquicas 2017

    Marta Gonçalves e Marcos Borga

    Andrzej Kowalski, 65 anos. O que faz um polaco candidatar-se à liderança de uma autarquia? Diz que “ser compostinho” não é coisa para ele e muito menos quer tornar-se “um profissional da política”. Escolheu Leiria porque apaixonou-se pela primeira portuguesa que conheceu. Em tempos, foi professor de teatro de Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, partido pelo qual concorre. É um dos vários estrangeiros que vão a votos nas eleições de domingo

  • “Polaco, o terrível” que quer ganhar uma câmara em Portugal

    Autárquicas 2017

    Marta Gonçalves e Marcos Borga

    Andrzej Kowalski, 65 anos. O que faz um polaco candidatar-se à liderança de uma autarquia? Diz que “ser compostinho” não é coisa para ele e muito menos quer tornar-se “um profissional da política”. Escolheu Leiria porque apaixonou-se pela primeira portuguesa que conheceu. Em tempos, foi professor de teatro de Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, partido pelo qual concorre. É um dos vários estrangeiros que vão a votos nas eleições de domingo

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Foi o sábio Jean Daniel (e é curioso como esta sociedade moderninha deixou de considerar os velhos como sábios), tantos anos diretor do ‘Le Nouvel Observateur’, quem disse que nesta sociedade temos de ter o direito a dizer que não sabemos. E não sabemos muitas coisas, nomeadamente os efeitos que algumas alterações sociais provocadas por alterações legislativas, portanto com o impulso do próprio Estado, virão a ter

  • Autárquicas 2017

    Henrique Monteiro

    Uma nova polémica nasceu, embora sem muita força: deve haver futebol nos domingos em que há eleições? A CNE recomenda que não e o Bloco de Esquerda lamenta que a bola se jogue nesse dia. Os restantes partidos, que têm quase tantos militantes como dirigentes do futebol (exagero meu, claro), calam-se. Carlos César diz não ver problema. Pois eu também não vejo e por um conjunto diverso de razões