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Expresso

  • Tudo sobre o esquema que tirou 615 milhões do BES em Angola

    Sociedade

    Micael Pereira e Craig Shaw — EIC (European Investigative Collaborations)

    Fuga de informação expõe métodos usados com sociedades offshore. Álvaro Sobrinho suspeito de desviar milhões de dólares. Banqueiro deu ordens para levantamentos de milhões em numerário. Buraco em Angola foi decisivo para queda do BES. Perfil do matemático que se tornou milionário

  • Economia

    Abílio Ferreira

    A batalha jurídica na Mota Ceramic Solutions está agora a começar e conheceu novos desenvolvimentos. A Oxy Capital afastou Carlos Mota da administração depois do tribunal reconhecer que violou o “dever de lealdade” e “relação de confiança”. Agora,a família Mota ganhou uma providência cautelar que destitui os gestores cooptados e impede a venda de ativos do grupo

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O antigo primeiro-ministro e líder do PS escreve no ‘Público’ um artigo a desmontar o que o mesmo diário referiu ontem sobre a sua ação e do seu Governo, ligado ao BES e a outros elementos, na evolução da velha PT. Não está em causa o direito de o fazer, nem vou defender o trabalho do jornal, que referi aqui abundantemente; não tenho procuração para isso, nem aquela redação necessita de ajuda. Podia, até, acreditar neste e naquele ponto que Sócrates enfatiza, não fosse o caso de o último parágrafo o desmascarar por completo

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Um cidadão chega de férias e não está preparado para uma coisa assim. 10 páginas de jornal, não menos, onde se reenquadra, recorda e revela, pela mão da jornalista Cristina Ferreira, o que foi a ação na PT daquele que foi o banco do regime, o BES, e do seu presidente, Ricardo Salgado, do ex-primeiro-ministro português José Sócrates, de parvenus como Nuno Vasconcellos, dos envolvidos nos maiores escândalos da política brasileira, que vão do ‘mensalão’ ao ‘lava-jato’, e de como tudo isto se conjuga, metendo pelo meio secretas, maçons, ministros, lobistas e o que mais for. Aqui chegado, hesito entre os sentimentos e os factos descritos em dois livros de autores diferentes, que depois de grandes amigos cortaram relações: ‘A Peste’, de Albert Camus e ‘ A Náusea’, de Jean-Paul Sartre