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Expresso

  • Catarina Furtado: “Quando fui atirada para a opinião pública aos 19 anos era politicamente correta. Mas agora digo tudo o que penso”

    A Beleza das Pequenas Coisas

    Nos anos 90 era a “namoradinha de Portugal” e continua a ser um dos sorrisos mais bonitos da nossa televisão. Mas Catarina Furtado é bem mais do que uma beleza televisiva. É a única portuguesa embaixadora da Boa Vontade da ONU e há 18 anos que tem usado os holofotes sobre si para falar publicamente de causas humanitárias como o casamento forçado com menores, a gravidez em adolescentes, a mutilação genital feminina, a violência de género nas escolas e na sociedade, o racismo, a homofobia. “Sobre mim só sei que ainda tenho muito para dar”, afirma. Uma conversa franca onde faz um balanço sobre o passado, revela os medos de sempre, as conquistas, a frustração com os formatos televisivos atuais e ainda o que tem aprendido com o amor. “Está tudo nos afetos”. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”

  • As árvores erguidas em nome das mulheres caídas

    Sociedade

    André Manuel Correia 

    Uma árvore foi erguida esta quarta-feira no Porto por cada mulher caída, numa ação simbólica de homenagem às vítimas de violência doméstica e de protesto face à indiferença. Um relatório do Observatório de Mulheres Assassinadas contabiliza 18 mortes desde janeiro

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Um dos momentos mais enternecedores do debate deste Orçamento do Estado foi a aceitação da proposta comunista do fim dos duodécimos no pagamento dos subsídios de férias e Natal. Se a coisa não foi patrocinada por uma associação de comerciantes (pequenos e médios, como é próprio do PCP), só se pode ficar a dever ao espírito cristão dos deputados do PCP

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Não sei se têm a mesma sensação do que eu, de que vivemos num país estranho, formado por contrastes muito vincados. O Governo parece, neste momento, só ter olhos para a WebSummit (e provavelmente com razão, porque é o maior acontecimento mundial do género); o Presidente só se preocupa com as vítimas dos incêndios e com a reconstrução do que foi destruído (e também faz bem porque foi o maior desastre que nos atingiu nos últimos largos tempos). O maior partido da Oposição, com dois candidatos, janta e faz esclarecimentos; o Bloco pede explicações para a legionella e o PCP comemora os 100 anos da Revolução de Outubro

  • Houve mais seis casamentos em 2016

    Sociedade

    Marta Gonçalves

    Dados do INE revelados esta terça-feira comparam 2015 com 2016: há cada vez mais casamentos entre portugueses e estrangeiros, são mais as pessoas que escolhem não ter cerimónia religiosa e foi no norte do país que se celebraram mais matrimónios. Idade média do divórcio ronda os 45 anos

  • Rock, morte e capas de revista

    Sociedade

    Katya Delimbeuf

    A conhecida revista de música "Les Inrockuptibles" pôs na capa um cantor que foi preso por assassinar a companheira em França, em 2003. A "Elle" ripostou e fez capa com a mulher que ele assassinou, Marie Trintignant. Estalou a guerra.

  • Só no domingo arderam quase 54 mil hectares

    Sociedade

    Lusa

    Segundo dados da Comissão Europeia, desde o começo do ano, as chamas já queimaram mais de 316.100 hectares em Portugal. Na zona do Pinhal Litoral, que abrange o Pinhal de Leiria, arderam no domingo e na segunda-feira mais de 11 hectares.

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Portugal tem um nível de otimismo incrível. Eu próprio, que há muito me considero um otimista, porque mesmo nos anos mais negros considerei sempre que poderíamos ainda estar pior, nunca supus que fosse tanto. Mas sou, nada a fazer: 82 por cento dos portugueses são-nos e, não sendo eu militante nem apoiante do PSD, que devem ser os 18 que não estão com esse estado de espírito, a conclusão só pode ser de que faço parte da maioria (otimista, claro)