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Expresso

  • Aos 25 anos, ele é um pianista com história

    Cultura

    Luciana Leiderfarb

    Ele próprio se surpreende ao ouvir as gravações de criança — sabe que ali havia uma “maturidade precoce”. Cresceu a conhecer os palcos. E a estudar para ser o que hoje é: um dos melhores da sua geração. Benjamin Grosvenor vem a Portugal e contou ao Expresso como vão ser os seus concertos no Porto e em Lisboa

  • Aprender as sí-la-bas e a deixar de t<i>or</i>car os ‘pês’ pelos ‘tês'. Ou como ultrapassar a dislexia

    Sociedade

    Mafalda Ganhão

    Nem sempre os erros ortográficos se explicam pela falta de atenção. Ou a incapacidade de memorizar pela má concentração. A dislexia, cujo dia mundial se assinala esta terça-feira, é um distúrbio que afeta entre 5 e 10% da população mundial e que torna mais difícil aprender a ler e a escrever. Não tem cura, mas há remédio, como refere ao Expresso o psicólogo Otávio Moura

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Um dos aspetos em que mais tenho pensado nos últimos tempos é na serenidade e no bom senso que Santana Lopes adquiriu. Os desconhecedores das suas fases anteriores (e não pretendo afirmar que ele não se sinta igual, a mesma pessoa), dificilmente acreditarão que foi um jovem truculento bastante à direita ou um socialite que gostava de andar nas colunas das revistas cor-de-rosa

  • “O bullying não tem classe social: podes ser de qualquer país, podes ser alto, incrivelmente bonito, o mais inteligente ou o mais forte”

    Cultura

    Raquel Albuquerque

    O ator e realizador canadiano Yan England veio a Portugal apresentar o filme "1:54", a sua primeira longa-metragem, que conta a história de um rapaz de 16 anos vítima de bullying na escola - as Nações Unidas já o passaram nas suas instalações, tal a densidade da obra. Com base em histórias reais, filmado numa escola secundária durante o ano escolar, o filme passou segunda-feira no Porto para estudantes do secundário, numa sessão com a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade e a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. "O problema do bullying é o silêncio. Quando se abre o diálogo, abre-se uma pequena fenda que serve para quebrar a situação", defende Yan England, que em 2013 teve uma curta-metragem nomeada para um óscar

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Foi o sábio Jean Daniel (e é curioso como esta sociedade moderninha deixou de considerar os velhos como sábios), tantos anos diretor do ‘Le Nouvel Observateur’, quem disse que nesta sociedade temos de ter o direito a dizer que não sabemos. E não sabemos muitas coisas, nomeadamente os efeitos que algumas alterações sociais provocadas por alterações legislativas, portanto com o impulso do próprio Estado, virão a ter

  • As Marias são rapazes e os rapazes também choram

    Sociedade

    Bernardo Mendonça e Ana Baião

    A propósito da acesa polémica aberta sobre os dois livros de exercícios, diferenciados para rapazes e raparigas, lançados pela Porto Editora e que vão sair do mercado por recomendação da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, republicamos um trabalho saído na Revista E, em outubro de 2015, que aborda esta questão. O género conta cada vez menos

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Confesso-me pecador e além do mais ignorante, sem capacidade para atingir as altas escarpas intelectuais daqueles que defendem a ideologia do género. Sou do género estúpido. Posto isto, e na minha qualidade, que é tão intocável como a de outro género qualquer, seja LGBTIQ+ e o que mais quiserem pôr, nasci menino e fui educado como menino. Naturalmente essa repressão feroz exercida pela família, sociedade e escola, fez-me desembocar, com o passar dos anos (mais de 60), num velho pai e avô heterossexual. Como já devem ter percebido por aquilo que aqui escrevi (mas que eu, como estúpido, não tenho a certeza) sou, quase certamente homofóbico, racista, xenófobo, chauvinista e, claro, fascista