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Expresso

  • Chegaram os pet-sitters

    Sociedade

    Katya Delimbeuf

    Não são hotéis para animais — é como chamar uma ‘babysitter’ a casa. Os gatos não precisam de sair do seu espaço. Os cães passam para uma casa nova, para viver como estão habituados

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    A nova polícia de costumes anda por aí a dividir o mundo em paletes. É algo que recorda os tempos em que se dizia haver raças – os brancos, os pretos, os chineses; de tal modo exagerado que havia mesmo a raça francesa ou a raça espanhola ou lusitana. Claro que tudo isto não faz sentido nenhum. Os estudos científicos demonstram – no estado da arte em que nos encontramos – que há apenas uma raça – a humana. Demonstram-no há pelo menos 25 anos, mas ainda assim há quem persista

  • As Marias são rapazes e os rapazes também choram

    Sociedade

    Bernardo Mendonça e Ana Baião

    A propósito da acesa polémica aberta sobre os dois livros de exercícios, diferenciados para rapazes e raparigas, lançados pela Porto Editora e que vão sair do mercado por recomendação da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, republicamos um trabalho saído na Revista E, em outubro de 2015, que aborda esta questão. O género conta cada vez menos

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Confesso-me pecador e além do mais ignorante, sem capacidade para atingir as altas escarpas intelectuais daqueles que defendem a ideologia do género. Sou do género estúpido. Posto isto, e na minha qualidade, que é tão intocável como a de outro género qualquer, seja LGBTIQ+ e o que mais quiserem pôr, nasci menino e fui educado como menino. Naturalmente essa repressão feroz exercida pela família, sociedade e escola, fez-me desembocar, com o passar dos anos (mais de 60), num velho pai e avô heterossexual. Como já devem ter percebido por aquilo que aqui escrevi (mas que eu, como estúpido, não tenho a certeza) sou, quase certamente homofóbico, racista, xenófobo, chauvinista e, claro, fascista

  • UNICEF: Portugal lidera em saúde de qualidade e bem-estar das crianças

    Sociedade

    Lusa

    A posição cimeira é justificada por uma taxa de mortalidade neonatal baixa, uma taxa de suicídio de adolescentes também baixa e poucos casos de crianças entre 11 e 15 anos com problemas psicológicos. Conclusão é do relatório da UNICEF sobre a situação das crianças nos 41 países considerados mais ricos, incluindo os da União Europeia e OCDE

  • Jessica Knoll: “Fui considerada culpada pela minha violação”

    Livros

    Mariana Lima Cunha

    Jessica Knoll foi violada aos 15 anos. Durante anos, ninguém reconheceu o que lhe aconteceu e ela, envergonhada, nunca mais falou do assunto. Aos 28 anos, quando escreveu o bestseller “A Rapariga Mais Sortuda do Mundo” sobre uma rapariga que passa pelo mesmo, ganhou coragem e contou o que aconteceu naquela noite. Ao Expresso, diz que “a vergonha perde o seu poder quando é exposta à luz” e explica porque recusa dar conselhos a outras vítimas