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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    A questão tomou foros de cidadania com Miguel Relvas e as suas célebres equivalências. Depois, como se sabe, quem com ferros mata com ferros morre, veio parar a muito mais gente. E, no entanto, as equivalências não devem e não podem ficar como algo ilegítimo ou condenável. Nem todas o são – o diretor do Politécnico falou de algumas em relação ao caso do Comandante da Proteção Civil, Rui Esteves, que fazem sentido

  • Há mais vagas no ensino superior público

    Sociedade

    Isabel Leiria

    Candidaturas ao concurso nacional de acesso começam esta quarta-feira, com quase 51 mil lugares em jogo. Falta de diplomados em Física e em Tecnologias de Informação e Eletrónica levam Ministério a levantar restrições à abertura de vagas nestas áreas

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Podemos interrogar-nos sobre as culpas de tudo e mais alguma coisa. Podemos, até achar que a culpa é da monarquia, convém é sermos coerentes. Se um incêndio deflagra por culpa da política do Governo anterior (que terminou em 2015) não é normal que os sucessos do ano letivo 2015/2016 (que começou com o Governo anterior e terminou com este) nada tenha a ver com o passado

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    É quase tão irresistível brincar com os afetos, selfies e beijinhos de Marcelo como era para Marcelo pregar partidas aos amigos. Aqui não é disso que se trata, mas de ver, à luz da história recente, se poderíamos esperar mais de um Chefe do Estado. A minha resposta sincera é: não, não podíamos. Bem sei que tem sido criticado por ser muito brando, mesmo cooperante com o Governo. Mas não devem as instituições cooperar?

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    O líder do PSD foi a Pedrógão Grande dizer uma verdade evidente – que o Estado falhou redondamente no combate àquele fogo trágico, a maior tragédia (se excetuarmos acidente aéreo com o voo TAP 425, na Madeira, em 1977) desde as cheias de Lisboa em 1967. Há 50 anos, ou há 40 se considerarem a queda do avião com 156 passageiros (a maioria belgas) a bordo. Inexplicavelmente, o líder do PSD disse uma mentira tão desastrada e irresponsável que se tornou no primeiro carrasco da verdade que tinha ido dizer

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Posso sinceramente confessar-vos que acho excessivo o número de histórias sobre os sobreviventes e os mortos pelo fogo? Posso dizer isto sem ser mal interpretado? Posso sugerir que talvez os familiares das vítimas prefiram algum silêncio (não é por acaso que o silêncio é a marca do luto)? Posso afirmar que esta substituição excessiva de rigor e objetividade possíveis, por emoções básicas se torna tão vulgar que não ajuda a resolver nada? Ao quinto dia de fogos continuamos sem nada para dizer que não sejam interrogações sobre as suas causas e relatos de quem viveu o drama?

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Foi ontem à noite, mas já se adivinhava e, ademais, era promessa da campanha eleitoral. A retirada dos EUA do acordo de Paris é um erro, uma estupidez e uma imprudência. Digo-o com a consciência de que um setor fundamentalista do Ambiente pretende impor as suas visões ao mundo como quem impõe uma religião fanática