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Expresso

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Para ser sincero sempre achei (e continuo a achar) o presidente da Câmara de Lisboa um político sério, determinado, ponderado. As obras todas que fez em Lisboa (que só me afetam de longe a longe, quando lá tenho de entrar, uma vez que moro e trabalho num concelho limítrofe), embora muito criticadas por pessoas que considero e defendidas por outras que também considero, nunca me levaram a duvidar da sua probidade. Mas a casa que Medina comprou, sim. Coloca-me dúvidas. Dúvidas que estão longe de o achar culpado por o que quer que seja, mas dúvidas sobre a inconsistência da atuação de políticos de primeiro plano

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Já um dia aqui escrevi, na sequência da demissão de três secretários de Estado do atual Governo que foram ao Europeu de futebol a expensas da GALP, o seguinte: “Há uns anos nada disto seria investigado – e bem! Porque nada disto tem importância para se constituir alguém arguido”. Ressaltava, no entanto, aquilo que sabia na altura. Como hoje sei mais ou menos o mesmo, mantenho o que disse

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ontem, no seu comentário da SIC, Miguel Sousa Tavares expressou algo com que concordo em absoluto: todos os portugueses devem pagar IRS, nem que seja uma quantia simbólica. O modo como o IRS tem sido construído e a forma como têm sido encaradas as deduções provocam, do meu ponto de vista, irresponsabilidade, incompreensão e distorções iníquas

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Alguns dos nossos melhores democratas, como Marques Mendes, ou melhor ainda, Paulo Portas, ou o suprassumo Martins da Cruz realçaram a grande democracia que é Angola. O senhor Presidente saiu pelo seu pé, as eleições decorreram sem problemas e doravante, com o Presidente João Lourenço, será o reino de leite e mel. Eu desejo o melhor para Angola, mas são escusados tantos eufemismos por causa de negócios. Só é respeitado quem se dá ao respeito

  • Setúbal. A cidade da reabilitação

    Economia

    Alda Martins

    O centro histórico está 
a renascer e a captar turistas. Prova disso são os pedidos de alojamento local que até julho atingiram quase o valor total de 2016

  • Premiado com Euromilhões morre em piscina sem vigilância

    Sociedade

    Anabela Natário e Expresso

    Chamavam-lhe “Rui Pelintra” antes de ganhar o Euromilhões. Depois, passou a ser o “Rui Milionário”. Em 2010, tinha contado ao Expresso as suas aventuras e desventuras (aqui agora republicadas): como fora tão pobre e ficara rico, como concretizara o sonho de ter uma concertina, apesar de nem saber tocar. Rui Vaz nunca chegou a aprender. Morreu este fim de semana quando se divertia a beber copos com um grupo de amigos