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Expresso

  • Coluna de alterne

    Comendador Marques de Correia

    Coluna fidelíssima e sem dúvidas que não advenham de hesitações, que por sua vez são provocadas por insegurança – coisa que se trata com comprimidos – viveu e vive na esperança do milagre. Pensou que seria possível o Santo Padre ganhar o Festival da Canção, o Benfica presidir às Cerimónias do Centenário de Fátima e Salvador Sobral ganhar o campeonato nacional. Isso sim seria um milagre. De qualquer modo, as coisas correrem muito bem, embora se sinta uma certa desilusão por o céu não se ter rasgado e Marcelo Rebelo de Sousa descer para cima de uma azinheira, mostrando que os seus afetos não são inferiores aos da Mãe de Deus

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    É um dado curioso verificarmos como a reação à modernidade anda de braço dado com as teorias mais estapafúrdias e que se consideram a si mesmo modernas ou revolucionárias. Podemos encontrar reações dessas no caso das vacinas (e já lá iremos), mas igualmente no que diz respeito aos OGM (organismos geneticamente modificados) ou, no plano político, nas reações à globalização, não através da exigência de mais e melhor regulação e distribuição de rendimentos, mas sim de políticas nacionalistas e antimultilaterais, como as que o PCP ou o Bloco tomam sobre a Europa ou a parceria transatlântica (TTIP)

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Em primeiro lugar não creio que Marine Le Pen ganhe as eleições em França, mas como já disse o mesmo de Trump nos EUA não estou certo. Em segundo lugar, creio que uma vitória de Marine Le Pen esbarraria com diversas instituições naquele país, porque como o exemplo de Trump tem mostrado, não basta ter o poder executivo; as democracias têm poderes e contrapoderes, freios e contrapesos

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    É, para mim, fonte de mistério a insistência com que o Bloco de Esquerda e o PCP falam da saída do Euro ou da própria Europa. Ou melhor, só posso conceber tais posições no âmbito de uma alteração completa da estratégia e da integração de Portugal no mundo. Passarmos da Europa a 27 para uma espécie de ‘orgulhosamente sós’ salazarista, sem recursos suficientes para nos bastarmos a nós próprios. Uma Venezuela para pior