Siga-nos

Perfil

Expresso

  • Braço de ferro no Exército impede comandos acusados de agressão de sair em missão

    Diário

    João Santos Duarte e Tiago Miranda

    Estavam em aprontamento há já 4 meses e a partida ia acontecer na próxima semana. Mas a saída dos militares para a República Centro-Africana, onde iam substituir o contingente que está em missão no terreno há mais de meio ano, acabou, à última hora, por ser adiada por “pelo menos 4 ou 5 semanas”, confirma ao Expresso o porta-voz do Exército. Em causa está o facto de o grupo integrar militares que foram acusados no âmbito do processo relativo à morte de dois instruendos do 127ª curso de Comandos, em setembro do ano passado - militares que o Regimento não estará disposto a substituir

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Ainda não comecei a ser completamente anarquista. Porém, se pensasse que não existia melhor para além do que ouvimos no Parlamento, talvez aderisse. Em São Bento, parte quer o Estado para fazer negócios com o dinheiro dos contribuintes; outra parte necessita do Estado para viver à custa dos contribuintes; por último há os que querem engrandecer-se gastando aquilo que contribuintes são obrigados a pagar. Claro que há os chamados ‘danos colaterais’ desta teoria: precisamos de sistemas de Saúde, de Educação e de Justiça que deem a ideia de que o Estado faz mesmo falta. E eles existem e alguns funcionam bem e outros mal. Mas não é esse o conceito de Estado que, essencialmente, está nas iluminadas cabeças de boa parte dos deputados

  • Transferência de competências para autarquias diminui autonomia das escolas

    Sociedade

    Lusa

    “O modelo de descentralização em análise prevê uma transferência de competências das Escolas para as autarquias e entidades intermunicipais num claro e ilógico processo de descentralização a contrario sensu, dos níveis inferiores da administração para níveis intermédios, esvaziando, gradual e inexoravelmente, a autonomia das Escolas”, escreve o Conselho de Escolas num parecer sobre a proposta de transferência de competências na área da Educação para os municípios

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Parece-me que é moda os bem pensantes serem contra Emmanuel Macron. Primeiro era novo de mais, depois era casado com uma velha, depois tinha ganho as presidenciais, mas de nada lhe serviria porque não tinha partido. Agora teve uma vitória grande de mais e arrisca-se a França a ficar com um partido único

  • Chamem-me o que quiserem

    Henrique Monteiro

    Esta manhã, abrindo qualquer jornal, de qualquer ponto do mundo ocidental, de qualquer orientação – mesmo os jornais económicos – encontraríamos a mesma notícia. Se ouvirmos qualquer declaração de qualquer responsável político, de qualquer país, de qualquer artista, qualquer personalidade destacada (cantores ou futebolistas), teremos as mesmas palavras: a condenação do bárbaro, incompreensível e cobarde atentado de Manchester, no exterior do recinto onde decorria o concerto da cantora Ariana Grande. Isto tem um significado, para além do óbvio repúdio generalizado pelo ataque que provocou 22 mortos e 59 feridos, incluindo crianças: o terrorismo tornou-se, talvez impercetivelmente, o centro da nossa vida em sociedade

  • Bloco e Marcelo unidos pela democracia, separados pela Europa

    Política

    Lusa

    Catarina Martins destacou três notas “importantes” no discurso de Marcelo Rebelo de Sousa: a a “liberdade, o Estado Social e o desenvolvimento da democracia”, a defesa da “luta pela transparência” e a lembrança de que “o nosso mundo é feito por cruzamento de mundos”