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Os salários têm de levar um corte profundo, diz Daniel Gros

Economista de um Centro de Estudos de Bruxelas afirma que a austeridade portuguesa tem de passar por um corte drástico de 10% no consumo, que passa por medidas draconianas em relação ao nível de salários em Portugal.

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)
10:06 Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010

"Não há outra saída senão um corte profundo nos salários nominais. Se isso não for feito, Portugal viverá outra década perdida e irá à bancarrota ainda mais cedo", afirmou ao Expresso o polémico director do Center for European Policy Studies, em Bruxelas, numa curta entrevista que será publicada na edição impressa de sábado.

Gros provocou polémica na semana passada com um artigo publicado no jornal Financial Times onde explicava as diferenças existentes entre os quatro países da Zona Euro que têm estado em foco em virtude dos défices públicos e da dívida soberana, e que muitos analistas têm designado depreciativamente pelo acrónimo de PIGS - Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha.

Na análise de Gros, Grécia e Portugal têm uma situação estrutural mais negativa do que os seus outros dois parceiros, em particular devido à situação líquida negativa da poupança interna. A situação portuguesa é hoje inclusive pior do que a grega, segundo os últimos dados disponíveis para 2008: 6,7% do PIB, dois pontos e meio percentuais mais do que em 2007 e superior em um ponto percentual à grega. A situação portuguesa agravou-se desde 2004, quando o saldo da conta de poupança se tornou negativo, problema para que tem alertado Avelino de Jesus, director do Instituto Superior de Gestão.

Agravamento da situação portuguesa


A situação portuguesa tem estado em destaque pela subida do preço dos credit default swaps  (CDS) - esse palavrão financeiro que está a entrar nas conversas do dia-a-dia - sobre a dívida soberana portuguesa que em duas semanas marcaram dois máximos históricos. Na semana passada havia chegado aos 160 pontos base (pb) e hoje (4/02), na abertura, disparou para mais de 200 pb. Ontem o aumento diário da deterioração de crédito havia sido inclusive o maior (17%) neste mercado. Desde Dezembro, o aumento do preço dos CDS relativos a Portugal já se cifra em mais de 130%. O que significa que houve uma mutação na situação do país em tão curto espaço de tempo.

Subiram, também, hoje, os preços dos CDS relativos a Espanha e a Itália.


Ainda não estamos no clube

No entanto, Portugal, ainda, não está incluído no clube dos com maiores probabilidades de incumprimento da dívida soberana, onde estão listados 10 países e estados: Venezuela (liderando, com 50% de probabilidade), Argentina, Paquistão, Ucrânia, Islândia, Iraque, Dubai, Grécia (28,56% de probabilidade), Letónia e Estado da Califórnia (24%). A probabilidade de incumprimento para Portugal era ontem, no fecho, de 15,68%.


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Os salarios têm de levar um corte profundo
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:58 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Os oito países da União Europeia com maior grau de probabilidade de falência são a Letónia, Lituânia, Roménia, Grécia (membro da Zona Euro), Hungria. Bulgária, Irlanda (membro da Zona Euro) e Estónia. Portugal não se encontra neste grupo nem mesmo no de risco médio, situando-se em 41º lugar num conjunto de 63 países acompanhados, com uma probabilidade de falência inferior à da Polónia, Espanha, Itália e Reino Unido.

À escala mundial, a lista dos cinco piores é liderada pela Venezuela, seguida pela Ucrânia, Argentina, Letónia e Islândia. Quanto aos casos mediáticos recentes, o Dubai encontra-se em 6º lugar, a Grécia em 10º e a Irlanda em 18º.

A lista foi, agora, divulgada pelo Global Sovereign Credit Risk Report publicado pela CMA DataVision, que coloca os países de maior risco acima de uma linha de água de 10% de probabilidade de falência (cumulative probability of default, CPD) nos próximos cinco anos e de 150 pontos base mais do que a referência usada pela empresa
Batem no puto, porque não podem bater nos grandes. Esta é a Democracia de interesses das Agências de Rating. Paga o justo pelo pecador. Vão-se os aneis fiquem os dedos. Não há duvida é o que eles querem e vamos ter de o fazer. Se não o fizermos levam-nos o dinheiro em juros mais altos e ainda ficamos pior. É o que acontece com a Argentina.
 
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    Re: Os salarios têm de levar um corte profundo    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:51 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Concordo
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 11:23 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Mas ainda não vi o governo tomar uma posição em relação a essa medida, afinal estamos em crise ou não?
 
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    Re: Concordo    Ver comentário
nao tento (seguir utilizador), 1 ponto , 11:44 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Concordo    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 15:23 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
POIS É....
NSant (seguir utilizador), 1 ponto , 11:28 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
PESCADOR QUANDO REMA É PORQUE TEM ALGUM INTERESSE!

QUANDO OS SWAPS SOBEM DESTA MANEIRA É QUANDO HÁ INTERESSE EXTERNO EM DESBARATAR O NOSSO SISTEMA POLÍTICO E ECONÓMICO.

PORTUGAL ASSIM NÃO DÁ, POR A OLIGARQUIA INSTALADA AO NÍVEL DECISÓRIO SER MUITO MENOS ESCRUPULOSA DO QUE A QUE EXISTIA NO FINAL DA MONARQUIA E A INSTALADA DURANTE O ESTADO NOVO!

ESTÁ TUDO PODRE!!!

QUEM QUERERÁ SER PRIMEIRO MINISTRO EM PORTUGAL E GERIR CONFLITOS INTESTINOS DESTA NATUREZA???

NÃO, MUITO OBRIGADO!

...............

SEJAM FELIZES.
 
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Antes de baixar os salários há medidas urgentes !
jnog (seguir utilizador), 1 ponto , 11:46 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
... como de IMEDIATO congelar todas as "Reformas " dadas aos politicos no activo e que depois de alguns "poucos" anos como deputados , membros do governo e autarcas passsaram a auferir reformas vitalicias por eles votadas e aprovadas à revelia de quem os elegeu.

de IMEDIATO acabar também com as mordomias a Ex Presidentes da Republica, que ao fim dos seus mandatos ficaram também vitaliciamente com Carro, Motorista, Secretariado e outros serviços pagos com o nosso dinheiro.

de IMEDIATO exigir de TODOS os Titulares de Cargo Politicos uma actuação de rigor e corte em todos os gastos que não acrescentem valor às funções que desempenham .

Extinguir todas as " Fundações" inventadas pela máquina socialista há alguns anos atrás com o intuito de encaixar os amigos e os detentores do cartãozinho rosa.

Reponha-se a DECÊNCIA antes de avançar com mais medidas de austeridade para cima dos mesmos de sempre...

É hora dos que enriqueceram à custa da "Democracia à Portuguesa" devolvam um pouco do muito que ao longo dos anos roubaram e que mesmo ao encherem a boca com a palavra " crise" continuam diariamente a roubar aos PORTUGUESES.

 
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    Re: Antes de baixar os salários há medidas urgente    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 12:08 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Antes de baixar os salários há medidas urgente    Ver comentário
paulointeressado (seguir utilizador), 1 ponto , 12:24 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
    Re: Antes de baixar os salários há medidas urgente    Ver comentário
gtdriver (seguir utilizador), 1 ponto , 18:27 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
E os outros lucros?
ssopas (seguir utilizador), 1 ponto , 11:47 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Porquê só se fala em reduzir os salários?
E os lucros das empresas como a GALP, a EDP, a REN, a PT, empresas de sectores estratégicos, lucros esses que apenas servem para encher os bolsos a meia dúzia de nababos?
Espero que estes "economistas" se lembrem que não podem ser os trabalhadores apenas a pagar a crise que eles não conseguiram prever.
Ponham os senhores que criaram a crise a pagá-la!

Paulo «sopas» Amaral
 
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Consumo ou salarios?
Pinto Calçudo (seguir utilizador), 1 ponto , 13:50 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
e não há outras maneiras de baixar o consumo sem baixar os salarios? O que o Daniel Gros diz no FT é que temos que baixar o consumo e aforrar, para que não tenhamos que pedir dinheiro emprestado fora e suportemos os nossos deficits. Isso não significa que temos que ganhar menos, bem pelo contrário! Se baixam os salarios, não há aumento do aforro, ficamos na mesma. A solução é óbvia mas exige coragem para enfrentar os poderosos. O que há a fazer é congelar 10% dos salários mas na conta dos seus donos por direito-os funcionários. Por exemplo, o Governo pode cativar 10% dos salários (em média, 5% para salarios abaixo de 1.000€, 10% entre mil e 2.000 e 15% acima de 2.000€), pagando esse montante em certificados de aforro (ou coisa semelhante). O dinheiro está lá, é meu, mas está emprestado ao Estado. E ainda me rende algum. E o Estado já não precisa de pedir tanto dinheiro aos bancos estrangeiros. Acho que uma coisa semelhante já foi feita por um governo PS/CDS, logo não é novidade nenhuma. Pode ser por exemplo, pagar o 13º mês em certificados de aforro, porque não? Se estes ficarem cativos por 3 anos, ficamos todos a ganhar!
Menos o Continente... e o Pingo doce.
 
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    Re: Consumo ou salarios?    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 16:10 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Consumo ou salarios?    Ver comentário
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 5:27 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
    Re: I.ª República?    Ver comentário
DoContra56 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:33 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
    Re: I.ª República?    Ver comentário
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 1:15 | Sábado, 6 de fevereiro de 2010
Desculpas
Press (seguir utilizador), 1 ponto , 14:33 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
A crise financeira global tem as "costas largas" para explicar o grave desiquilibrio das contas públicas em Portugal. Esqueçemo-nos, a uns porque convém a outros por distração que Portugal se encontra em divergência com a média da UE há quase uma década no que diz respeito aos indicadores de competitividade e de custos laborais por unidade de produto. Basta consultar as estatísticas e indicadores do BdP, Eurostaat, Comissão Europeia,etc... A incompetência política consubstanciada em politicas económicas desajustadas sem objectivos e sem planos estratégicos que fixem targets concretos, já vem de longe...muito anterior a 2008 e à tal crise financeira global. Não adianta tapar o Sol com a peneira...
 
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Gordura e formusura...
Press (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Para que é que Portugal com 10 milhões de habitantes - menos do que muitas grandes cidades por esse mundo fora - precisa de 369 empresas municipais, 537 empresas públicas, 631 Fundações patrocinadas pelo Estado, 298 associações de utilidade pública, etc...Será que por redução ao absurdo precisamos de toda esta estrutura ?!
Para além disso existem actualmente 87 PPPs em lançamento e 59 PPPS em exploração. Absurdo? Não...é a dura realidade portuguesa :-(
Convém ainda fazer uma breve referência às EPs com participações do Estado em diversos sectores da actividade económica, que registam recorrentemente elevadíssimos prejuízos - vide casos da TAP,RTP,CP. Esses prejuízos surgem mesmo a pós as sucessivas dotações orçamentais garantidas pelo Estado português, ou seja por todos nós. Aqui está mais uma fonte de despesismo e ineficiência da economia portuguesa.
Não adianta dar entrevistas ao Liberation dizendo que as agências de rating são as más da fita e que existem outros meninos "putos" em pior situação do que Portugal. Tais declaracões valem ZERO para quem tem a função de analisar seria e friamente o risco da dívida soberana da republica portuguesa.
 
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    Re: Gordura e formusura...    Ver comentário
Kiquecentro (seguir utilizador), 1 ponto , 0:28 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
CORTAR NOS SALÁRIOS?
éofimdapicada (seguir utilizador), 1 ponto , 14:51 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Como funcionário público, aceito que me cortem no salário se o actual (des)governo me garantir para o ano 2010:
1- Comprometer-se a ter uma despesa de 0€ em estudos e pareceres aos gabinetes das consultoras amigas (nós podemos fazer esses estudos).
2 - Suspender "sine dia" as linhas de TGV que se sabem que darão prejuizo.
3- Garantia de um tecto real de despesa por parte do SEE, ou seja do Sector Empresarial do Estado.
4 - Acabar com os Governos Civis espalhados pelo País e os respectivos gabinetes.

Cumprimenta,

Um Funcionário Público farto de ser estigmatizado!
 
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    Re: CORTAR NOS SALÁRIOS?    Ver comentário
jazão (seguir utilizador), 1 ponto , 14:33 | Segunda feira, 8 de fevereiro de 2010
Saberá Daniel Gros...
JCCC (seguir utilizador), 1 ponto , 15:28 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
... a média de salários daqueles que poderão vir a sofrer esses cortes em Portugal?

Duvido, mas isso não será assim tão importante para ele.

Já agora, ainda a semana passada ouvi e li, que a Grécia estava bem pior que Portugal.
A não ser que sejam outros indicadores e eu confesso que cada vez percebo menos.
 
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    Re: Saberá Daniel Gros...    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 16:22 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
    Re: Saberá Daniel Gros...    Ver comentário
JCCC (seguir utilizador), 1 ponto , 16:32 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
algumas propostas 1
Filipe_mar (seguir utilizador), 1 ponto , 0:02 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
Na wikipedia posso comparar os vários países em http://en.wikipedia.org/w...
A dívida externa total (pública e privada) é 188.63% do PIB. Na minha humilde opinião tudo acima de 100% é muito mau. Concordo que baixar os salários que já são baixos não é a melhor opção. O Sr. Daniel Gros está a apresentar medidas que resolveriam alguma coisa a muito curto termo: reduzir salários reduz despesa, mas também reduz receitas de IRS, reduz consumo interno e reduz poupanças pq depois de todas as despesas não fica nada para poupar. O que ele quer é colocar os salários no sul da Europa ao nível da China e da Índia. A longo termo tem é que se reduzir a despesa em áreas socialmente inúteis: reduzir lentamente o nr de funcionários públicos em % da população activa (desta forma os salários dos restantes poderiam aumentar sem aumentar a despesa); colocar um tecto no subsidio de desemprego como no Reino Unido (por ex. subsidio de desemprego máximo = €500, independentemente do salário anterior) para estimular mais os nativos a aceitarem mais empregos; o salario mínimo em vez de ser publicado ao mês deveria ser publicado a hora; acabar com o porta 65 para pessoas sem filhos (qual é o beneficio social de solteiros viverem sozinhos num apartamento e a renda estar a ser paga pelos contribuintes? Isto só estimula a especulação nas rendas, podem perfeitamente partilhar 1 apartamento como se faz em qualquer outra capital europeia);
 
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    Re: algumas propostas 1    Ver comentário
éofimdapicada (seguir utilizador), 2 pontos , 11:08 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
    Re: algumas propostas 1    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 12:24 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
    Re: algumas propostas 1    Ver comentário
éofimdapicada (seguir utilizador), 1 ponto , 15:59 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
    Re: algumas propostas 1    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 1:34 | Segunda feira, 8 de fevereiro de 2010
    Re: algumas propostas 1    Ver comentário
jazão (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Segunda feira, 8 de fevereiro de 2010
    Re: algumas propostas 1    Ver comentário
éofimdapicada (seguir utilizador), 1 ponto , 15:29 | Segunda feira, 8 de fevereiro de 2010
algumas propostas 2
Filipe_mar (seguir utilizador), 1 ponto , 0:05 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
recusar pagar a pensão de reforma antes dos 65 anos quer no sector público quer no privado (as pessoas podiam reformar-se antes dos 65 mas até lá tinham que viver dos seus rendimentos) excepto nos casos de invalidez grave; porque é que as mulheres e homens tem idades de reforma diferentes? Só as mulheres que tiveram filhos é que deveriam ter a reforma antes dos 65 anos, deveria ser-lhes dado 1 ano antecipado de reforma por cada filho que tiveram até um máximo de 5 (isto é, uma mulher q teve 5 filhos deveria poder reformar-se aos 60); colocar um tecto nas pensões de reforma como no Reino Unido (por ex. a pensão de reforma máxima = €2000, quem quer ganhar mais podia ter um PPR privado e poder descontar a totalidade no IRS, como no Reino Unido, até um máximo de x); acabar com as reformas antecipadas para políticos; incluir no calculo da pensão de reforma o nr de filhos activos que se tem até um máximo de 3 (aqueles que tem mais filhos a pagar impostos contribuíram mais para a sustentabilidade do sistema, logo deveriam ganhar mais na velhice); os valores das multas deveriam estar indexadas aos rendimentos dos indivíduos e das empresas como na Finlandia (se uma multa é de €100 p quem ganha €1000, deveria ser €1000 p quem ganha €10000)
 
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algumas propostas 3
Filipe_mar (seguir utilizador), 1 ponto , 0:14 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
aumentar o salário mínimo e reduzir o nr de escalões de IRS, da mesma forma como há rendimento mínimo também deveria haver imposto mínimo (todos os residentes em Portugal deveriam ter que pagar um imposto mínimo anual de por ex. €250, independentemente dos rendimentos, quem não podia paga-lo e era estrangeiro tinha que sair do país); acabar com as bolsas de estudo e o rendimento mínimo para estrangeiros; vender os apartamentos da habitação social a quem neles vive; ter mais cuidado como se atribui o financiamento para investigação e desenvolvimento (deveria ser dada prioridade a projectos que usam materiais e reagentes feitos por empresas Portuguesas para esse 1,5% do PIB ficar no país)
 
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Diminuir salários
felicidade (seguir utilizador), 1 ponto , 0:48 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
Diminuir salários de gente honesta e trabalhadora?
- Vão buscar dinheiro aos ladrões dos gestores bancários, dos presidentes de institutos fantasmas, do Vitor Contâncio, dos depósitos na Suiça e nos off-shores, dos secretários, adjuntos, boys e girls do SISTEMA!
DANIEL GROS que vá trabalhar para saber o que isso é, ou que desapareça de Bruxelas em velocidade, senão, alguém se encarregará de o fazer.
 
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O PROBLEMA É:
Sakata (seguir utilizador), 1 ponto , 6:00 | Sexta feira, 5 de fevereiro de 2010
que os energumenos que durantre anos e anos cederam a sindicatos, distribuiram "benesses" a amigos partidários, a empresas que ajudam quando há apertos no partido, etc., etc., isto tudo com os impostos dos Tugas, são inimputáveis.

Muitos gozam mesmo de boas reformas e/ou continuam a fazer merXX. Claro que foram todos eleitos democraticamente...........

Faz falta uma Lei tipo Le Chapelier ....................e um Robespierre para meter esta escumalha toda na linha.
 
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