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“Mentiu, mentiu e tornou a mentir”

Fernanda Câncio

Em artigo de opinião intitulado “A tragédia de Sócrates”, a jornalista, que manteve relação próxima com José Sócrates, procura justificar que não estava a par de nenhuma prática ilegal cometida pelo então primeiro-ministro nem antes nem depois de ter cessado funções e afirma que o antigo governante “urdiu uma teia de enganos” , mentindo “ao país, ao seu partido, aos correligionários, aos camaradas, aos amigos” e que “alguém que age assim tem de ser persona non grata”. Diário de Notícias online, 08/05/2018