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“Há razões ponderosas para a sua continuidade”

Marcelo Rebelo de Sousa

Sobre a manutenção do ministro das Finanças na pasta, e razão pela qual encerrou a polémica que envolve a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Presidente da República explicou que em causa está “o interesse nacional”, a proximidade da saída dos indicadores sobre Portugal do Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat), os dados de Bruxelas que hão-de determinar a saída do país do Procedimento por Défice Excessivo, e a recapitalização do banco público. Jornal de Notícias, 21/02/2017