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O direito à solidão

O escritor João Bigotte Chorão é um antimoderno. E é-o por convicção, por instinto e por estilo. Parte da estranheza, mas também do fascínio da sua obra deriva dessa posição de fundo e do custo em solidão que, desde sempre, a acompanhou. A Imprensa Nacional acaba de publicar um novo volume do seu “Diário”, desta vez referente aos anos 2000-2015. Há que dizer que a escrita diarística, como género, é pouco praticada entre nós e que os preconceitos são muitos. Ou porque é considerada demasiado confessional.

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