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O tempo, maldito e bendito

Domingo passado, no Estádio Olímpico de Roma, apagou-se um símbolo. Há 25 anos ao serviço do Roma, o capitão Totti despediu-se das lides do futebol num discurso inesquecível, literalmente batido por um mar de lágrimas. Mas não, não é o futebol que é assim, capaz de tornar torrenciais as zonas mais áridas da existência. Temos de dizer que é a vida que é assim. Domingo passado, colados às palavras de Totti no estádio, ou a quilómetros dali, onde quer que elas fossem conhecidas, todos nós éramos romanisti, claro, mas não, não apenas isso.

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