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Do bom uso do fracasso

Como chegamos a ser o que somos? Por um trabalho longo e paciente, que decorre entre muita incerteza. E vem-me à cabeça o exemplo de Cézanne. O seu pai, um próspero banqueiro de província, opunha-se a que o filho seguisse a vocação de pintor, pois considerava que isso colocaria em causa o seu futuro e o negócio familiar. Diga-se que o próprio Cézanne hesitava também. Perguntava-se a si mesmo se teria o talento necessário. Valeria a pena arriscar tudo o que era naquele caminho?

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