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O sagrado segundo Álvaro Siza

Sobre a poesia, ouvi dizer (e repetir) a Eugénio de Andrade três coisas: primeiro) que Li Bai e São João da Cruz eram para ele os maiores poetas, um na lírica oriental e outro na do Ocidente; segundo) que o livro mais belo da poesia portuguesa é o dos sonetos de Camões escolhidos pelo próprio Eugénio; e terceiro) que a obra poética produzida no Portugal deste tempo em relação à qual se sentia mais próximo, e com mais afinidades, era... a obra de Álvaro Siza. Lembro-me que das primeiras vezes que o ouvi falar assim do arquiteto Álvaro Siza fiquei entre o perplexo e o curioso, sem saber se o percebia bem.

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