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Precisamos da imaginação

Não é fácil chegar a um acordo sobre de que falamos quando falamos de imaginação. Múltiplas são as abordagens possíveis e, não raro, contraditórias entre si. Os que se colocam do lado da imaginação descrevem-na assim: a imaginação é uma atividade percetiva que parte sobretudo do sensorial e do simbólico; é um tipo de conhecimento necessário e complementar; é um campo de forças psíquicas e espirituais, conscientes e inconscientes, que se expressa de forma inusitada mas também orgânica e vital; é uma pulsão criativa que nos faz olhar o real de um modo não-formatado; é a matéria-prima da criação e da arte; é a poética interna do sujeito; é um sopro da liberdade de Deus.

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